"“Muitos crentes consagrados jamais atingiram os campos missionários com seus próprios pés mas poderão alcança-los com seus joelhos” (Adoniran Judson)”"

quarta-feira, 19 de agosto de 2009

O PASTOR E O PÚLPITO



“Só homens espirituais, e uma igreja em que homens espirituais possam ter influência, são capazes de cumprir corretamente as ordens de Cristo”.

Dentre as sugestões feitas para colocar as missões em seu lugar adequadas no trabalho da Igreja e no coração dos crentes, a primeira tratava de O Pastor e o Púlpito. O discurso do Dr. Pentecost sobre O Pastor em Relação ao Campo Missionário no Exterior começou com estas palavras:

O pastor tem o privilégio e a responsabilidade de resolver o problema missionário no exterior. Até que os pastores de nossas igrejas acordem para a verdade desta proposição, e o trabalho no exterior se torne para eles uma paixão em seus corações e consciência, por mais que as nossas lideranças se empenhem , seja imaginando movimentos de avanço ou organizando novos métodos para angariar dinheiro das igrejas, as rodas da carruagem das missões vão girar lentamente.

Todo pastor exerce seu cargo por comissão de Cristo e só pode preenchê-lo quando, como bispo missionário, considera o mundo inteiro o seu redil. O pastor da mais pequenina igreja tem o poder para fazer sentir a sua influência ao redor do mundo.

Não merece o seu cargo o pastor que não entra em sintonia com a amplitude magnífica da grande comissão, e extrai inspiração e zelo da sua extensão mundial.

O pastor não é só o instrutor, mas o líder da sua congregação. Ele não deve apenas cuidar das suas almas, mas dirigir as suas atividades. Se existem igrejas que não fazem doações nem oram pelas missões no estrangeiro, é porque seus pastores não estão cumprindo a ordem de Cristo. Eu me sinto praticamente seguro ao dizer que, assim como nenhuma congregação pode resistir muito tempo ao pastor entusiasta, da mesma forma nenhuma congregação vai mostrar qualquer interesse quando o pastor não demonstra senão fria indiferença ou falta de convicção com respeito às missões.

(Matéria publica no livro "A CHAVE DO PROBLEMA MISSIONÁRIO" de autoria de Andrew Murray, página 13. Publicado no Brasil pela Missão Horizontes).

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