"“Muitos crentes consagrados jamais atingiram os campos missionários com seus próprios pés mas poderão alcança-los com seus joelhos” (Adoniran Judson)”"

quinta-feira, 15 de outubro de 2009

A O.N.U PRETENDE REDUZIR A FOME PELA METADE ATÉ 2015 - NÃO PRECISA! ATÉ LÁ JÁ MORRERAM TODOS!!!

Mais de 1 bilhão de pessoas passam fome no mundo
Relatório da FAO mostra que 53 milhões de famintos são latino-americanos
(Texto: Da France Presse)

A fome afeta atualmente 1,02 bilhão de pessoas, quase um sexto da população mundial, segundo um relatório da FAO, a agência da ONU para a Agricultura e a Alimentação, divulgado nesta quarta-feira (14) em Roma por ocasião da Semana Mundial da Alimentação.
Jacques Diouf, diretor geral da FAO, lamentou os números:

- Nenhuma nação está livre e, como sempre, são os países mais pobres, e as populações mais desprotegidas, aqueles que mais sofrem.
O relatório foi realizado em conjunto com o Programa Mundial de Alimentos (PMA) e apresentado às vésperas do Dia Mundial da Alimentação, na próxima sexta-feira (16).
A maior parte das pessoas desnutridas se encontra na região Ásia-Pacífico (642 milhões), seguida da África subsaariana (265 milhões), América Latina (53 milhões) e da região que compreende o Oriente Médio e o norte da África (42 milhões). Nos países desenvolvidos, 15 milhões de pessoas sofrem com a fome.
Como alimentar o mundo

Durante esta semana, 300 especialistas se reúnem em Roma, sede da FAO, para debater o tema "Como alimentar o mundo em 2050".
A população mundial passará de 6,8 bilhões de pessoas atualmente a 9,1 bilhões em 2050, segundo as projeções mais recentes da ONU.
Na quinta-feira, Diouf apresentará o que chamou de "caixa deferramentas" para ajudar os países a implementar programas de luta contra a fome.
Na sexta-feira, durante o dia batizado de "Alcançar a segurança alimentar em tempos de crise", cinco novos embaixadores da boa vontade serão nomeados: o múltiplo medalhista de ouro olímpico americano Carl Lewis, o estilista francês Pierre Cardin, o jogador de futebol francês Patrick Vieira e as cantoras Anggun, da Indonésia, e Fanny Lu, da Colômbia.
De 16 a 18 de novembro, Roma receberá uma reunião mundial sobre a segurança alimentar. O Papa Bento XVI já confirmou presença na abertura do evento.
5 Milhões de crianças passarão fome pela mudança climática em 2050
O climá causará impacto até nos países ricos, onde as pessoas ão ingerir 250 calorias a menos por dia.

O efeito adverso da mudança climática na produção de alimentos causará que 25 milhões de crianças passem fome em 2050 se não se tomam medidas para evitá-lo, advertiu nesta quarta (30) o Instituto Internacional de Política Alimentaria (IFPRI, sigla em inglês) em uma conferência em Bangcoc. - Este drama pode ser evitado com um investimento de US$ 9 bilhões anuais para aumentar a produtividade agrícola e ajudar produtores a enfrentar os efeitos do aquecimento global -, afirmou em comunicado o investigador Gerald Nelson, um dos autores do relatório do IFPRI.- Melhores estradas, sistemas de irrigação, acesso a água potável e escolarização para crianças são essenciais -, acrescentou Nelson, no marco da conferência sobre mudança climática realizado em Bangcoc para preparar a cúpula de Copenhague em Dezembro.

Menos Calorias

O estudo mantém que os habitantes nos países em desenvolvimento terão acesso a 2.410 calorias diárias em 2050, 286 calorias menos que em 2000; na África será de 392 menos; e nos países industrializados de 250 menos. Os líderes doG20 acordaram na semana passada em Pittsburg (EUA) doar US$ 2 bilhões para combater a fome, enquanto a ONU anunciou uma cúpula sobre o problema em novembro.
O secretário-geral das Nações Unidas, Ban Ki-moon, pressionou o fim de semana passado ao Banco Mundial e a outras instituições multilaterais para que aumentem suas contribuições ao mundo subdesenvolvido, em um momento em que "ainda mais pessoas não têm acesso a alimentos porque os preços são incrivelmente altos por causa da crise econômica ou a falta de chuvas".
Nelson opinou que as crises alimentícia do ano passado, quando as informações de escassez de alimentos básicos suscitaram protestos em numeroso países pobres e emergentes, foi uma chamada de atenção. "A população da Terra será 50% maior que a atual em 2050 (...) os desafios serão enormes até sem mudança climática", acrescentou o investigador.

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