"“Muitos crentes consagrados jamais atingiram os campos missionários com seus próprios pés mas poderão alcança-los com seus joelhos” (Adoniran Judson)”"

domingo, 28 de junho de 2009

O QUE É MISSÕES?


O que é Missão?
É o plano de Deus:
Antes mesmo do mundo ser criado, Deus sabia que o homem iria pecar. Sendo assim, Ele preparou, de antemão, um plano de salvação. Neste plano divino estava o conteúdo da obra missionária, que é o anúncio do Evangelho de salvação ao mundo perdido. ( Gn 3:15; Ap 13:8; Ef 1:4; 1 Tm 1:9; 1Pe 1:19 e 20).

É a ordem de Jesus:
Um dos maiores mandamentos de Jesus registrado nas Escrituras é a ordem de fazer missões (Mc 16:15; Mt 28:19 e 20). Antes da ascensão, sua última ordem foi: “Ide por todo o mundo”. (Mc 16:15)

É a obra do Espírito Santo:
O propósito pelo qual o Espírito Santo foi enviado é capacitar e dirigir a igreja no avanço da obra missionária (Lc 24:47-49).
Todo movimento espiritual que se denomine avivamento e não vise a conquista de almas para Cristo é pura emoção e não unção (At 1:8; 2:1-5, 14; 4:5-12,31; 13:1-4).


É dever da Igreja:
Jesus não deixou a responsabilidade da Grande Comissão a nenhum instituição humana. Antes, privatizou esta importante tarefa à sua amada Igreja (Mt 28:20; Jô 15:16; 17:18-20). Portanto, façamos missões.

É responsabilidade de cada cristão:
Cada cristão tem a responsabilidade de apoiar a obra missionária com oração. (Rm 15:30; Ef 6:18-20; Cl 4:2-4); com contribuição (Fl 4:10-20; 2Co 9:6-14); e evangelização (1 Co9:16; Ez 33:6-8).

O que não é Missão
Opção doutrinária:
A ordem do “Ide” (Mc 16:15) não ficou como uma opção, mas, sim, como uma ordem a ser obedecida.

Fator secundário:
Missões não é algo para segundo plano, mas é o principal de todos os projetos da Igreja e deve ser valorizado (2 Rs 7:9).

Projeto:
Devemos deixar de apenas fazer cálculos e organizar comissões e realizar reuniões e entrar logo em ação! Enquanto estamos falando e pensando, o mundo está perecendo (1 Cr 28:10; 1Co 15:58; Rm 12:11).

Privilégio de algumas Igrejas:
Missões somente é realizada por quem tem fé nas promessas de Deus e amor pelas almas perdidas (1Ts 1:3). Missões não se faz com milhões, mas dando passos de fé e de obediência (Fp 4:19).

Pessoas com chamados especiais:
A Grande Comissão não foi dada a um grupo específico com chamado especial, mas cada cristão pode ir, contribuir e orar. (Jo 15:16; At 13:1-4; 1 Co 12:12-23).

A CHAVE PARA O PROBLEMA MISSIONÁRIO


(Este texto faz parte do capítulo 8 do livro " A Chave para o Problema Missionário", de Andrew Murray, publicado pela editora da Missão Horizontes).


Várias citações foram feitas no capítulo inicial, nas quais a principal responsabilidade para a solução do problema missionário era, de comum acordo, colocada sobre a liderança. Ao pastor pertence o privilégio e a responsabilidade do problema missionário no exterior.
Essas palavras, aparentemente endossadas por toda a conferência, apontam, em relação ao ministério, para u ma alta honra, uma falta grave, um dever urgente e a grande necessidade de buscar em Deus a graça de cumprir dignamente a sua vocação.
Não precisamos procurar distribuir proporcionalmente a responsabilidade entre o ministério e os membros da igreja. Todos concordam em que uma responsabilidade santa e pesada repousa sobre o ministério nesta questão. Que todos os ministros admitam e a aceitem sinceramente, preparando-se para viver nessa conformidade.
Qual a base em que essa responsabilidade se apóia? Os princípios subjacentes são simples, mas de inconcebível importância. Eles são quatro:
(1) As missões são a principal finalidade da igreja.
(2) A principal finalidade do ministério é guiar a igreja neste trabalho e equipá-la para ele.
(3) A finalidade principal da pregação para uma congregação deve ser treiná-la, a fim de fa zer com que ela cumpra o seu destino.
(4) E a finalidade principal de cada ministro com relação a isto deve ser preparar-se cuidadosamente para esse trabalho.
Ninguém deve pensar que essas declarações são exageradas. Elas podem parecer assim porque estamos muito acostumados a dar às missões uma posição subordinada em nossa igreja e seu ministério.
Precisamos voltar à grande verdade central, " o mistério de Deus", de que a igreja é o Corpo de Cristo, absoluta e exclusivamente ordenado por Deus para executar o propósito de Seu amor redentor no mundo. Assim como Cristo, a igreja só tem um objetivo, ser a luz do mundo. Da mesma forma que Cristo morreu por todo homem e que Deus quer que todos sejam salvos, assim também o Espírito de Deus na igreja só conhece este propósito: o evangelho deve ser levado a toda criatura.
As missões são a principal finalidade da igreja. Toda a obra do Espírito Santo na conversão de pecadores e edificação dos crentes, tem como seu principal obj etivo, equipá-los para a parte que cada um deve desempenhar para atrair o mundo devolta a Deus. O alvo da igreja não pode ser nada além daquilo que é o eterno propósito de Deus e o amor do Cristo agonizante.
À medida que aceitamos isto como verdadeiro, veremos que a finalidade principal do ministério deve ser preparar a igreja para essa tarefa.Paulo escreve: "(Deus) concedeu... pastores e mestres, com vistas ao aperfeiçoamento dos santos (o que esses santos têm de fazer) para o desempenho do seu serviço (o objetivo final desse trabalho dos santos), para a edificação do corpo de Cristo" (Ef 4.12). Através do ministério, o ser viço amoroso dos santos, é que o corpo de Cristo será reunido e edificado. Os pastores e professores são dados para aperfeiçoar os santos para este trabalho de ministrar.
Uma Escola ou Classe de Treinamento para Professores é muito diferente de uma escola comum. Ela procura não só treinar cada estudante, a fim de que adquira conhecimento para si mesmo, mas também para que transmita esse conhecimento a outros. Cada congregação deve servir como classe de treinamento. Cada crente, sem exceção, deve ser "aperfeiçoado", ser cuidadosamente preparado para a tarefa de ministrar e fazer a sua parte no trabalho e oração para os que estejam perto ou distantes. Em todo o ensino de arrependimento e conversão, de obediência e santidade, feitos pelo pastor, este deve ser definitivamente seu objetivo final: chamar os homens para servirem a Deus na obra nobre, santa, cristã, de salvar os perdidos e restaurar o reino de Deus na terra. A principal finalidade da igreja será necessariamente o objetivo final do ministério.
De acordo com isto, segue-se, então, naturalmente, a afirmativa de que o principal objetivo da pregação deve ser preparar todo crente e toda congregação para desempenhar a sua parte em ajudar a igreja a cumprir o seu destino. Isto determinará a freqüência com que deve ser pregado um sermão missionário. Se apenas uma mensagem missionária for pregada por ano, é possível que o principal objetivo se ja obter uma coleta maior. Isto pode ser obtido sem que a vida espiritual se aperfeiçoe absolutamente.
Quando as missões tomam o seu lugar como o propósito principal da igreja em que existe realmente um espírito missionário, o ministro pode sentir a necessidade, vez após vez, de voltar ao assunto-chave, até que a verdade negligenciada, comece a dominar pelo menos alguns da congregação. É possível que, às vezes, embora n&atil de;o haja uma pregação direta sobre missões, todo o ensino sobre amor e fé, sobre obediência e serviço, sobre santidade e conformação a Cristo, possa ser inspirado por esta única verdade: devemos ser "imitadores de Deus e andar em amor, como Cristo nos amou, e se entregou a si mesmo como sacrifício por nós" (Ef 5.1,2).
Isto leva agora ao que, em vista da responsabilidade do ministro, é o ponto crítico -o objetivo principal de cada ministro deve ser preparar-se para esta grande tarefa. Ser professor numa Escola de Professores ou de Treinamento exige um preparo especial. Inspirar, preparar e ajudar crentes não é fácil.
Não basta ser um cristão sincero e ter tido treinamento no ministério. Trata-se de dar um espaço muito maior para as m issões em nossos seminários teológicos. Mas até mesmo isto pode ser apenas parcial e preparatório.
O ministro precisa preparar-se para combater com sucesso o egoísmo que se contenta com a salvação pessoal, o mundanismo que não cogita de sacrificar tudo ou sequer alguma coisa por Cristo, a incredulidade que mede o seu poder de ajuda ou de bênção pelo que sente e vê.
Ele, sem dúvida, precisará de um treiname nto especial para equipá-lo neste sentido, a parte mais elevada e santa da sua vocação.
Como o ministro pode preparar-se para cumprir a sua responsabilidade? A primeira resposta será, geralmente, pelo estudo. Muitas coisas pertinentes foram ditas sobre isto na Conferência, as quais são especialmente aplicáveis ao pastor, como representante e guia do seu povo.
Quantas vezes, no estudo da Bíblia ou na teologia, tudo é considerado simplesmente como um problema do intelecto, deixando o coração intacto. O indivíduo pode estudar e conhecer a teoria e a história das missões, faltando-lhe, todavia, a inspiração que esse conhecimento deveria dar. Estudar ciência com admiração, reverência e humildade é um grande dom - quanto mais isto é necessár io na esfera superior do mundo espiritual e especialmente neste ponto, o destino maior da igreja, "o mistério de Deus"!
Para estudar missões, precisamos de uma profunda humildade que tenha consciência da sua ignorância e não confie em seu próprio entendimento; da espera e da paciência reverentes, dispostas a ouvir o que o Espírito de Deus pode revelar; do amor e da devoção que se deixam dominar e guiar pelo amor divino para onde quer que Ele leve.
O que o pastor precisa estudar especificamente? Existem três grandes fatores no problema missionário.
(1) O mundo em seu pecado e miséria;
(2) Cristo em Seu amor agonizante;
(3) a Igreja como um elo entre ambos.
A primeira coisa é esta: estude o mundo. Descubra algumas das estatísticas que mostram a sua população. Pense, por exemplo, nos milhões de pessoas não evangelizadas que morrem todos os meses; despencando precipício abaixo e caindo nas trevas sombrias à razão de mais de uma a cada segundo. Ou pegue um livro que o coloque frente a frente com o pecado, degradação e sofrimento de algum país especial. Estude se us diagramas, seus mapas, suas estatísticas. Pare um pouco e pense se acredita no que leu, se sente as palavras lidas. Faça uma pausa, medite e ore, pedindo a Deus que lhe dê olhos para ver e coração para sentir essa miséria. Pense nesses milhões como seus semelhantes.
Olhe para a fotografia de um homem adorando uma cobra de pedra com uma reverência que poucos cristãos conhecem. Pense no significado disso até que não se esqueça mais. Esse homem é seu irmão. Ele tem, como você, uma natureza formada para adorar. Ele não conhece, como você conhece, o Deus verdadeiro. Você não se sente disposto a sacrificar tudo, até mesmo a sua pessoa, para salvá-lo? Estude o esta do do mundo, algumas vezes como um todo, outras em detalhe, até que comece a sentir que Deus te colocou neste mundo sombrio com o único objetivo de estudar essas trevas e viver e ajudar aqueles que estão morrendo nelas.
Se você sentir, às vezes, que isso é mais do que pode suportar, clame a Deus para ajudá-lo a olhar novamente e novamente, até que conheça a necessidade do mundo. Mas lembre-se sempre , o intelecto mais forte, a imaginação mais viva, o estudo mais cuidadoso, não pode dar a você a compreensão certa dessas coisas. Nada senão o Espírito e o amor de Jesus podem fazer você sentir o que Ele sente, e am ar como Ele ama.
Depois disso, vem a segunda grande lição: o amor de Cristo, morrendo por esses pecadores e agora ansiando para que sejam atraídos para Ele. Não pense que você já conhece esse amor agonizante, esse amor que pousa sobre cada criatura da terra e anseia por ela! Se quiser estudar o problema missionário, estude-o no coração de Jesus. O problema missionário é muito pessoal e se aplica a cada crente, mas é especia lmente aplicável ao ministro que deve ser o modelo e o professor dos crentes. Estude, experimente e prove o poder do relacionamento pessoal, a fim de que possa ensinar bem este segredo profundo da verdadeira obra missionária.
Junto com o amor de Cristo vem o Seu poder. Estude isto até que a visão de um Cristo triunfante, com todos os inimigos a Seus pés, tenha lançado a sua luz sobre a terra inteira. A obra de salvação dos homens é de Cristo, tanto hoje como no Calvário, tanto na conversão de cada indivíduo como na propiciação pelos pecados de todos. O Seu poder divino continua a obra em Seus servos e através deles. Ao estudar uma solução possível para o problema, em qualquer caso especialmente difícil, não deixe de fora a onipotência de Jesus. Com humildade, reverência e paciência adore a Ele, até que o amor e o poder de Cristo se tornem a inspiração da sua vida.
A terceira grande lição a ser estudada é: a Igreja, o elo entre o Salvador agonizante e o mundo agonizante. Aqui serão encontrados os mistérios mais profundos do problema missionário: que a Igreja seja realmente o corpo de Cristo na terra, com o Cabeça nos céus, tão indispensável para Ele quanto Ele é para ela! Que a Sua onipotência e o Seu amor remidor e infinito estejam ligados, para o cumprimento dos Seu s desejos, com a fraqueza da Sua Igreja! Que a Igreja tenha ouvido durante todos esses anos a declaração: As missões são o supremo objetivo da Igreja e mesmo assim se contente com um desempenho tão pobre! Que o Senhor esteja ainda aguardando para provar maravilhosamente como considera a Igreja uma só com Ele, e esteja pronto para enchê-la com o Seu Espírito, poder e glória! Que haja fundamento abundante para uma fé confiante em que o Senhor é capaz e está aguardando para restaurar a Igreja ao seu estado pentecostal, equipando-a, assim, para realizar a sua comissão pentecostal!
Em meio a este estudo surgirá a convicção mais clara de como a Igreja é realmente o Seu Corpo, dotada com o poder do Seu espírito, participando verdadeiramente do Seu amor divino, parceira abençoada da Sua vida e Sua glória. Essa fé será despertada se a Igreja se levantar e se entregar inteiramente ao Senhor. A glória pentecostal pode ainda voltar.
O mundo em seu pecado e miséria, Cristo em Seu amor e poder, a Igreja como o elo entre ambos - essas são as três grandes magnitudes que o ministro deve conhecer, se quiser dominar o problema missionário. Em seu estudo, ele pode usar as Escrituras, a literatura missionária, e livros sobre teologia ou sobre a vida espiritual. Mas a longo prazo, ele terá sempre de voltar à verdade: o problema é pessoal. Ele exige uma entrega completa e s em reservas de todo ser, passando a viver por esse mundo, por esse Cristo, por essa Igreja. O Cristo vivo pode manifestar-Se através de nós; Ele pode transmitir Seu amor em poder. Ele pode fazer nosso esse amor, a fim de que possamos sentir como Ele sente. Ele pode permitir que a luz do Seu amor caia sobre o mundo, para revelar a sua necessidade e a sua esperança. Ele pode proporcionar a experiência de quão íntima e real é a Sua união com o crente, e qu ão divinamente Ele pode habitar e atuar em nós.
O problema missionário é pessoal, devendo ser resolvido pelo poder do amor de Cristo. O ministro deve estudá-lo, a fim de aprender a pregar mediante um novo poder - missões, a grande obra, o fim supremo, de Cristo, da Igreja, de cada congregação, de cada crente, e especialmente de cada ministro.
Dissemos que a primeira necessidade do ministério, se quiser cumprir o seu chamado para as missões, é estudá-las. Mas quando começa a surgir a luz, e a mente se convence e as emoções são estimuladas, essas coisas devem ser imediatamente traduzidas em ação, caso não devam permanecer estéreis. E onde deve começar essa ação? Sem dúvida, em oração, oraç&atild e;o mais definida, pelas missões. Elas pode ser pelo despertar do espírito missionário na igreja como um todo, em sua própria igreja, ouem congregações especiais. Pode ser por algum campo específico. Ou talvez por si mesmo em especial, para que Deus dê e renove sempre o fogo missionário do céu. Qualquer que seja a oração, o estudo deve levar imediatamente a mais oração; caso contrário, o fruto talvez seja relativamente pequeno. Sem oração, embora possa haver aumento de interesse nas missões, mais trabalho e maior investimento, o verdadeiro crescimento da vida espiritual e do amor de Cristo nas pessoas, pode ser bastante reduzido.
Quando a vontade e o trabalho do homem são prioritários, a vida espiritual é fraca; a presença e o poder de Deus são pouco conhecidos. É possível haver pessoas que leiam livros missionários e façam fielmente contribuições liberais, embora haja pouco amor a Cristo ou oração pelo Seu reino. Você pode, por outro lado, ter pessoas simples, com condições de ofertar muito pouco, mas co m esse pouco elas dão todo o seu coração em amor e oração. O nível espiritual destas últimas é mais alto, pois o amor de Deus é o alvo supremo. Ninguém deve vigiar tão atentamente quanto o ministro para ver se o entusiasmo missionário que ele promove em si mesmo e em outros é, de fato, o fogo que vem do céu em resposta à oração de fé para consumar o sacrifício. O problema miss ionário é pessoal. O ministro que resolveu esse problema para si mesmo, também saberá guiar outros para encontrar a sua solução no poder constrangedor do amor de Cristo.
Que o mesmo possa despertar não só líderes, mas o povo de Deus como um todo para a responsabilidade que nos cabe!

(Autoria: Andrew Murray)

sábado, 20 de junho de 2009

A INDIA QUE A GLOBO NÃO MOSTRA

Missões Mundiais mostra a verdadeira India Depoimento de uma missonaria brasileira na India. Recentemente, um filme sobre a Índia levou oito estatuetas do Oscar. “Quem Quer Ser Um Milionário?” viu-se diante do prêmio mais cobiçado em todo o mundo na área cinematográfica. Mas, a miséria espiritual e material do povo da segunda maior nação do mundo, com mais de um bilhão de habitantes, em nada foi mudada. No Brasil, milhares de pessoas assistem, à noite, na televisão uma Índia maquiada e ornamentada pela beleza e pelo colorido dos saris e pandiabs, suas jóias, seus deuses e seu sistema de castas. Segundo a missionária dos batistas brasileiros na Índia, o mundo precisa conhecer o país como ele realmente é, com seu povo de olhares que gritam por socorro, esperança e libertação. Uma nação que clama por Deus! Esta é a Índia que a Junta de Missões Mundiais decidiu mostrar este ano, não para escandalizar, mas para despertar os crentes às necessidades sociais e, principalmente, espirituais daquela nação. O DVD Missões 2009 mostra um pouco mais do verdadeiro dia-a-dia dos indianos. Uma Índia presa às tradições, aos seus deuses, que busca libertação e paz através do yoga, dos milhões de incensos que são queimados duas vezes ao dia para “apaziguar a fúria dos deuses”; uma Índia que pinta os olhos dos bebês de cor negra para “espantar os demônios”; uma Índia que, em alguns casos, ainda mata as noras para que seus filhos possam ter outro casamento mais lucrativo. É um país onde o sistema de castas tem aprisionado vidas, tirando de alguns até o direito de possuírem uma alma. Pois, segundo suas crenças, aqueles que pertencem à casta baixa não têm nada; esses servem, em alguns casos, apenas para cremar os mortos, juntar as cinzas e devolver aos seus familiares. A missionária e seu marido têm se dedicado, boa parte do tempo, em mais uma etapa de treinamento dos obreiros da terra na Índia. Ela lamenta a realidade do país e as dificuldades que têm enfrentado para pregar o Evangelho. “São milhões de pessoas tratadas como a escória da sociedade, sem direito a coisa alguma. É também na Índia onde alguns matam os cristãos, violentam e destroem templos e casas daqueles que decidem seguir a Jesus. Mesmo assim, ainda afirmam ser a maior “democracia” do mundo”, diz a missionária. Os convertidos ao Evangelho enfrentam muitas oposições na Índia. Em vários Estados, a lei requer que as pessoas registrem suas intenções de mudar de religião com 30 dias de antecedência. Apesar de não forçarem ninguém a se converter e de não prometerem nada em troca da salvação, é comum os cristãos serem acusados de violar as leis anticonversão. Quem aceita a Jesus Cristo como único salvador sabe que sofrerá perseguições. Estes fatos a TV e o cinema não mostrarão, porque talvez seus interesses sejam lançar moda, promover o turismo e inserir no Brasil e no mundo tradições contrárias à Palavra de Deus. Mas Missões Mundiais não foi à Índia apenas para colher dados e imagens fortes para a produção de um DVD. Nossos missionários permanecem no país para alcançar pessoas para Jesus, levando-as a terem, além de dignidade social, a vida eterna. “Quero deixar um desafio para você: que não seja novela, filme ou a moda indiana que despertem a sua atenção. Mas que você sinta-se desafiado nesta campanha de Missões Mundiais, que enfoca Índia e China, a se envolver em oração e em cooperação para o avanço do Reino de Deus”, conclui a missionária. Fonte: http://www.pibvitoria.org.br/

quarta-feira, 17 de junho de 2009

COMO OS CRISTÃOS GASTAM O SEU DINHEIRO

Como podemos dizer que amamos a obra missionária, se MISSÕES é o nosso menor investimento?


As pesquisas mostram que:

Gastam mais com chicletes do que com missões.

Gastam mais com refrigerantes e balas do que com missões.

Gastam mais com cosméticos e produtos de limpeza do que com missões.

Gastam mais com comida supérflua do que com missões.

Gastam mais com animais de estimação do que com missões.

Gastam mais com roupas de etiqueta do que com missões.

Os cristãos estão dando para missões, menos do que o valor de uma coca-cola diária.

Fonte: CoMISSÃO

Como podemos dizer que amamos a obra missionária, se MISSÕES é o nosso menor investimento?
A Coca-Cola tem um alvo de fazer seu produto conhecido e consumido no mundo todo. Porém, ela tem um compromisso:

“Nosso compromisso com a qualidade é testado 685 milhões de vezes cada dia.
Na Coca-Cola, nós cremos que a QUALIDADE não é um acidente. Estamos comprometidos com a qualidade como um estilo de vida. Isto significa que os nossos consumidores podem saber com certeza que, em qualquer lugar no mundo, ao comprarem um produto da Coca-Cola, a satisfação é garantida.
Nós proporcionamos uma qualidade de serviço inigualável aos nossos 8 milhões de revendedores. Tratamos com amizade e respeito a todos os que entram em contato com a Coca-Cola.
Nosso compromisso com a qualidade é julgado 685 milhões de vezes, a cada dia, em mais de 195 países ao redor do mundo, cada vez que alguém desfruta de um dos nossos produtos. Deliciosa e refrescante, Coca-Cola proporciona um momento simples de prazer, que é possível através do nosso compromisso com a qualidade.”

Nós temos um mandamento a cumprir: Ir e fazer discípulos (Mt 28.18-20). O quanto estamos compromissados para que as nações sejam discipuladas pelo Evangelho de Jesus Cristo?
Que possamos comprometer-nos de todas as formas: indo, orando, planejando e contribuindo financeiramente.

Fonte: Revista Fortune 06/93

TAMANHO DA SEARA


POPULAÇÃO MUNDIAL: 6.457.000.000 hab.
METADE DA POPULAÇÃO AINDA NÃO FOI ALCANÇADA
HÁ 24.000 GRUPOS DE POVOS NO MUNDO E AINDA
FALTAM 8.000 PARA ALCANÇAR.
119 MIL PESSOAS MORREM DIARIAMENTE
A MAIORIA SEM NUNCA TER OUVIDO FALAR DE JESUS
SÃO 4.980 PESSOAS MORRENDO A CADA HORA.
165 PESSOAS MORRENDO POR MINUTO.
HÁ CADA 4 SEGUNDOS UMA PESSOA MORRE DE FOME NO MUNDO
EXISTEM 6.809 LÍNGUAS FALADAS NO MUNDO.
3.000 LÍNGUAS SEM TRADUÇÃO DA BÍBLIA NO MUNDO
A BÍBLIA COMPLETA FOI TRADUZIDA PARA 366 LÍNGUAS APENAS
APENAS 2.261 LÍNGUAS POSSUEM PORÇÕES DA BÍBLIA
GRANDE QUANTIDADE DE PAÍSES SEM PRESENÇA EVANGÉLICA
340 LÍNGUAS SÃO FALADAS NO BRASIL
DAS LÍNGUAS FALADAS NO BRASIL 180 SÃO INDÍGENAS
DAS LÍNGUAS INDÍGENAS FALADAS NO BRASIL, APENAS 35 LÍNGUAS POSSUEM ALGUMA TRADUÇÃO DE PORÇÕES DA BÍBLIA.
APENAS QUATRO TRIBOS POSSUEM A BÍBLIA COMPLETA .
APENAS 126 TRIBOS POSSUEM PRESENÇA EVANGÉLICA ENTRE ELES.
ENFIM NOSSO DESAFIO INDÍGENA É DO TAMANHO DE 246 TRIBOS INDÍGENAS.

DESAFIOS DA EVANGELIZAÇÃO MUNDIAL

domingo, 14 de junho de 2009

DESAFIOS DA EVANGELIZAÇÃO MUNDIAL



Existem 500 grupos étnicos no mundo completamente não alcançados pelo evangelho, de acordo com os missiólogos. Grande parte desses grupos étnicos estão concentrados no continente asiático, considerado culturalmente um dos mais fechados à pregação do evangelho.

A Ásia é o maior e o mais populoso continente do mundo, marcado por muitos contrastes sociais e econômicos. A maior força industrial da Ásia estão concentradas no Japão, na Coréia e na China. Em contrapartida, em países como a Índia, o Paquistão e Bangladesh há uma enorme desigualdade social.

Existe uma grande variedade religiosa entre os povos asiáticos, como o animismo na Sibéria, o hinduísmo na Índia, o taoísmo e confucionismo na China, o xintoísmo no Japão, o budismo na Ásia centro-oriental e Sudeste asiático, o judaísmo em Israel e o islamismo no Oriente Médio, Ásia Centro Ocidental e Indonésia. Dentre essas religiões, o islamismo é a que mais tem crescido no mundo. São mais de um bilhão de seguidores, sendo 70% concentrados na Ásia e 26% na África, mas entre os americanos eles já são quase sete milhões.


10 Países Asiáticos com a maioria da população não-cristã:


Afeganistão - Após décadas marcadas por guerras, invasões e conflitos internos, o país vive uma nova História com a queda do regime Taliban, em dezembro de 2001, e a instituição, em janeiro de 2004, do regime presidencialista islâmico.Cerca de 98% da população seguem o islamismo.



Arábia Saudita - Cerca de 94% dos 24 milhões de habitantes são muçulmanos. Hoje, os islâmicos são o segundo maior grupo religioso do mundo e em sua grande maioria concentrados na Ásia e na África.


Bangladesh - O país é considerado um dos países mais pobres e mais populosos do mundo, com aproximadamente 990 habitantes por quilômetro quadrado. Ocupa um dos últimos lugares do ranking mundial da pobreza e do desenvolvimento. A maioria da população é muçulmana.


Barein - O país é um arquipélago formado por 35 ilhas e ilhotas no Golfo Pérsico no sudoeste da Ásia. A maioria da população é árabe, mas, existe uma grande presença de estrangeiros no país, cerca de 25% da população, devido à atuação das companhias petrolíferas. A religião predominante no país é o islamismo, com cerca de 82% da população.


Butão - O budismo é a religião predominante no país, abrange aproximadamente 70% da população. A monarquia de Butão não admite a existência de outras religiões e divulgá-las sobre qualquer pretexto é considerado um ato ilegal.


Camboja - O país foi afetado pela Guerra do Vietnã e em virtude disto teve que enfrentar anos de devastação que provocaram sérios problemas de instabilidade econômica. Cerca de 84% dos 14,5 milhões de habitantes são seguidoras do budismo. As crenças dos cambojanos são uma mistura de antigas tradições khmer, budista e hindu.


China - A China é a nação mais populosa do planeta, possui 1,3 bilhões de habitantes. O país possui leis e regulamentações que controlam a liberdade religiosa da sociedade. Apenas as associações aprovadas e registradas pelas autoridades estaduais recebem permissão para exercerem suas atividades. As pessoas que praticam a sua fé fora dessas instituições são tidas como criminosas e estão sujeitas a intimidações, perseguições e até mesmo a detenções.


Índia - Hoje cerca de 74,5% da população da Índia é hinduísta. Os hindus acreditam e adoram vários deuses e até mesmo animais, como por exemplo a vaca. Acreditam também nas reencarnações regidas pelos carmas. Para os hinduístas, após a morte de uma pessoa, a alma renasce numa nova criatura vivente ou até mesmo num animal.


Sri Lanka - É uma ilha localizada próximo da costa sudoeste da Índia, com cerca de 19 milhões de habitantes. As religiões predominantes no país são o budismo, com cerca de 68% da população, e o hinduísmo, com aproximadamente 11%.


Uzbequistão - O Uzbequistão é um país localizado no centro-oeste da Ásia. A população uzbeque é majoritariamente muçulmana. Todas as formas de evangelização são proibidas pelo governo uzbeque. Líderes cristãos sofrem freqüentes hostilidades no país.

sexta-feira, 12 de junho de 2009

RATOS: TEMIDOS POR UNS, ADORADOS POR OUTROS

Ratos: animais sagrados ou abominados?


Para muitos povos, os ratos são temidos e abominados. No geral, eles estão associados a sujeira, lixo, entulhos, esgotos etc. e a doenças como a leptospirose. Mas, não é o que pensam os hindus.

Na Índia, assim como as vacas e as serpentes, os ratos também são considerados animais sagrados. Isto porque, para os hindus (adeptos do hinduísmo, religião milenar baseada em doutrinas que surgiram na Índia cerca de 4.000 anos) tudo reencarna, podendo até mesmo ocorrer num animal.

Por isso, na Índia, exterminar os roedores pode acabar resultando em caso de polícia. Por conta disso, em 2000 calculava-se existir 3,5 bilhões de ratos, mais de três vezes a população do país, de cerca de 1,08 bilhão de habitantes.