"“Muitos crentes consagrados jamais atingiram os campos missionários com seus próprios pés mas poderão alcança-los com seus joelhos” (Adoniran Judson)”"

terça-feira, 20 de julho de 2010

DERRUBANDO O TRONO DE SATANÁS

Por Marcia Pinheiro

Na Guiné Equatorial, uma nação enraizada na bruxaria, em feitiços e na magia, a escravidão espiritual dá sinais de enfraquecimento. Com o objetivo de transformar vidas pelo sangue de Jesus, a obra missionária inaugurou no dia 3 de julho a 1ª Congregação Batista de Bata. Os passos para se chegar até essa vitória não foram fáceis, mas as missionárias de Missões Mundiais naquele país africano, Nely Soares de Souza e Maria Lucinalva, reconhecem que somente Deus pode romper cadeias onde satanás levantou seu trono.

O lugar onde a congregação foi erguida abrigou durante oito anos uma “curandeiria”. As missionárias começaram o trabalho levando a Palavra de Deus e a primeira família que alcançaram para Cristo tinha em seu terreno um centro de bruxaria. “No primeiro culto, toda a família teve um encontro com Cristo. Até o bruxo participou e manifestou desejo de seguir a Jesus. Mas ele necessita de nossas orações para ser liberto. A igreja jejuou e orou para que Deus destruísse aquele lugar onde as pessoas estavam sendo escravizadas pelo diabo e, ali, fosse levantado um altar para adoração ao nosso Deus, vivo e verdadeiro”, diz a missionária Nely.

A partir da decisão daquela família, a comunidade foi presenteada com a luz do Senhor. O dono da casa resolveu destruir o centro de bruxaria que pertencia a seu irmão mais novo, reuniu a família e expôs seu desejo de ver a igreja de Jesus reunida naquele lugar. Assim, em menos de dois meses, surgiu a congregação, onde o poder de Deus tem se manifestado, impactando vidas.

“A construção começou no dia 9 de maio e já foi concluída. Em se tratando de Guiné Equatorial, isso é um milagre, pois as construções por aqui demoram muito para acabar”, revela a missionária Maria Lucinalva.

As missionárias esperam ver Deus salvando e libertando vidas através de mais esta obra.

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