"“Muitos crentes consagrados jamais atingiram os campos missionários com seus próprios pés mas poderão alcança-los com seus joelhos” (Adoniran Judson)”"

quarta-feira, 18 de maio de 2011

E O BRASIL, COM QUEM PODE CONTAR?


Pr. Luis Sérgio Ribeiro - JUVEP

A história é prodiga em mostrar que atitudes omissas e de paciente covardia alimentam cães e armam palcos de futuras tragédias.

Mussolini invadiu em 1936 a Etiópia e as principais nações européias não fizeram nada e Hitler, dois anos depois, invadiu a Áustria e novamente nenhuma nação reclamou.

O fascismo e o nazismo tomaram força com a omissão das democracias e a Segunda Grande Guerra devastou a Europa e o Japão, mais de 40 milhões de pessoas morreram e todo o mundo lamentou
com copiosas lágrimas e profundas dores a omissão do pacifismo covarde da França e da Inglaterra nos últimos anos da década de 1930.

No Brasil estamos vivendo, nos últimos anos, uma orquestração multissetorial para, de difetentes formas, homossexualizar toda a sociedade. Setores do poder politico, econômico, intelectual e midiático esforçam-se para mudar leis e impor leis heterofóbicas, teofóbicas e estabelecer uma nova ordem social em que a igualdade entre todos os cidadãos perante e lei seja substituida pela elevação do pequeno, e crescente (e presente em todas as instâncias e cortes do poder), segmento homossexual à (única) classe de cidadãos especiais. A sociedade brasileira está sob a ameaça ideológica de uma ditadura dessa minoria. Veja o que diz o Dr. William Douglas (Juiz Federal, Titular da 4ª Vara Federal de Niterói/RJ):

O PLC 122, em sua mais nova emenda, quer deixar ao movimento gay o direito de usar a mídia para defender seus postulados, mas nega igual direito aos religiosos. Ou seja, hoje, já se defende abertamente o desrespeito ao direito de opinião, de expressão e de liberdade religiosa. Isso é uma ditadura da minoria! Isso é, simplesmente, inverter a mão do preconceito, é querer criar guetos para os religiosos católicos, protestantes, judeus e muçulmanos (e quase todas as outras religiões que ocupam o planeta) que consideram a homossexualidade um pecado. Sendo ou não pecado, as pessoas têm o direito de seguir suas religiões e expressar suas opiniões a respeito de suas crenças. E se o STF entender que o direito de opinião e expressão não é bem assim? Isso já é preocupante, porque o precedente acaba de ser aberto. E se o STF quiser, assim como adentrou em atribuições do Congresso, adentrar naquilo que cada religião deve ou não professar?

Como cristãos não podemos marcar nossos dias com a omissão e covardia. A liderança da igreja do Senhor Jesus Cristo no Brasil deve tomar nas mãos as armas espirituais que são ?poderosas em Deus para desfazer sofismas e toda altivez que se levanta contra o conhecimento de Deus?, 2 Co 10:4,5. A igreja de Cristo deve orar (com discernimento e sabedoria) e jejuar por esta nação, pelos governantes e por todo aquele que, neste país, está investido de autoridade. Mas, deve também sair à luta, fora dos templos, como Mahatma Ghandi em sua luta pacífica que mobilizou milhões na revolução não violenta que culminou na independência da Índia. Sim, a igreja deve de todas as formas pressionar os legisladores e as autoridades de nossa nação para que a famigerada PL 122/2006, conhecida como lei contra a homofobia, seja jogada no seu devido lugar ? o lixo.
A igreja deve pregar a Palavra, suas verdades supraculturais e atemporais, proclamar a Salvação em Cristo, influenciar a sociedade com os valores cristãos, éticos e democráticos, de respeito, da igualdade universal perante a lei, de amor e perdão. E também denunciar as obras das trevas, desde os pecados ocultos e privados, até os pecados públicos, estruturais e culturais.

Vale ler trecho de um e-mail enviado recentemente pelo Bispo Anglicano Dom Robinson Cavalcanti à liderança da Aliança Cristã Evangélica do Brasil: ?Não se pode tratar de forma igual situações diversas. Não se trata de por maior peso nos pecados sexuais ou homossexuais, mas uma situação única (por enquanto) na história da humanidade: uma categoria de pecadores se organiza para se retirar da lista de pecadores e de proibir que os considerem assim (e os chamem ao arrependimento e à novidade de vida), com a possibilidade concreta de criminalizar o direito de expor, propor e contrapor (não somente dentro dos templos, mas no espaço público, os areópagos da vida) o que as Sagradas Escrituras ensinam e o consenso dos fiéis assim o entendeu por dois mil anos, iluminados pelo Espírito Santo. Aceitar o veto do século? Revisar os conceitos a partir do imposto pelo século? Discriminar os homossexuais não os tratando como pecadores e não lhes possibilitando o novo nascimento? Vejo carência de coragem, busca de aceitação e respeitabilidade social, temor de martírio e uma tentativa de 'humanizar' Deus ou seguir a um Cristo sem Escrituras. O Evangelicalismo - nesse tema também - vai se tornando setorialmente liberal, porque é conveniente?.

?Honremos a memória nos nossos antepassados na fé?, conclui Dom Robinson, que me faz lembrar de homens com os quais suas nações puderam contar nos momentos de crise moral e política de suas histórias: Os EUA, com Martin Luter King; a África do Sul, com Mandela; a Índia, com Ghandi. O Brasil, com quem vai contar?

Vamos por os crentes nas ruas, manifestar nossos descontentamentos aos membros do STF e do governo federal, entrar nos gabinetes dos parlamentares, lotar suas caixas eletrônicas com nossos e-mails escritos com respeito e sabedoria acerca das ameaças sob as quais estamos vivendo de perdermos a liberdade religiosa e de expressão e de sermos vítimas de preconceitos e da intolerância de parte da comunidade homossexual de nosso país. Omissão e covardia, jamais! Não fazem parte da índole e nem do caráter da Noiva do Cordeiro.

Peçamos a Deus a graça de manifestarmos o amor de Cristo aos homossexuais de nossa nação, e por amor a Cristo e a eles não nos olvidemos de confrontá-los com seus pecados e partilharmos com eles, e com todo cidadão brasileiro e do mundo, as boas novas do Evangelho de Cristo. E lutarmos, em oração e no exercício de manifestações convictas, efetivas e pacíficas, por uma nação justa, igualitária, sem preconceitos, democrática, que assegure aos seus cidadãos livre expressão e que respeite os princípios cristãos e todas as manifestações de fé e de não-fé.

segunda-feira, 16 de maio de 2011

AJUDANDO A IGREJA LOCAL A FAZER MISSOES


O Conselho de Missões da igreja existe com o propósito de equipar os crentes na igreja local para a realização das atividades missionárias. Na prática, sua tarefa consiste em:


  • Mobilizar – por meio do relacionamento o maior número possível de parceiros para apoiar em sua tarefa;
  • Instruir – os santos com estudos, reflexões, congressos, conferências que visam mantê-los sempre atualizados quanto a realidade do campo missionário e incentiva-los a de alguma forma minimiza-las;
  • Promover – os meios necessários para a realização das atividades missionárias da igreja e fora dela na qual a mesma está responsabilizada.
  • Interagir – no processo de despertamento, sondagem, seleção, envio e sustento dos candidatos ao ministério e, para isto, empenhar-se na busca constante por recursos a fim de levar adiante os propósitos de Deus.

Formação

É importante ressaltar que o número de pessoas que irão compor o conselho missionário é flexivo e determinado pela realidade de cada igreja. Abaixo apresento apenas um modelo como sugestão.

Líder espiritual

Pode ser o Pastor ou qualquer outra pessoa por ele nomeada que possa exercer o acompanhamento da equipe ao nível de espiritualidade.

Coordenador Geral

Será a pessoa responsável pelo conselho. Sua função é a de um facilitador. Trabalhará diretamente com este ministério e deve ser alguém que revele maturidade e capacidade no âmbito missionário.

Tesoureiro

Responsável pelas finanças do conselho

Secretário

Responsável por toda parte burocrática e administrativa do conselho. Agendamento, convites, ofícios, contatos etc.,

Mobilizador missionário

Responsável pelos projetos, eventos, viagens, e pela conquista de parceiros ao conselho de missões.

Pode ainda ter:

Coordenador de evangelismo

Responsável por toda atividade evangelística da igreja e fora dela

Coordenador de Ação social

Apoio ao conselho de missões

Coordenador de teatro

Apoio ao conselho de missões

A importância do preparo:

O pastor juntamente com seu conselho local é responsável pela escolha das pessoas que irão compor o conselho de missões da igreja e a ele, competirá promover o preparo adequado para que cada pessoa exerça com excelência sua função.

Sugestões de preparo:

  • Leitura de livros, revistas, artigos missionários;
  • Participar de congressos e conferências missionárias;
  • Filmes e fitas com pregações e estudos acerca de missões;
  • Inclusão num curso de curta duração e/ou no seminário;

A importância do local

O conselho de missões precisa ter um local apropriado onde funcionará sua atividade na igreja. Nesta sala deverá conter:

  • Computador ou máquina de datilografar
  • Mapas e bandeiras que caracterizem as cidades e/ou nações
  • Mural bem organizado e atualizado semanalmente contendo informações missionárias e todos os assuntos que envolvam a igreja nas atividades missionárias;
  • Telefone e, se possível um Kit de aconselhamento [ uma espécie de extensão ao trabalho realizado pelo Tele - vida ]
  • Armário para guardar todo patrimônio que será adquirido com campanhas e doações.

Envolvendo a igreja em missões

É importante ressaltar que cada pastor será livre na forma de utilização do conselho missionário em sua igreja. Não existe um modelo para ser aplicado em todos os lugares. Quanto mais abertura o conselho tem e aproveita, maior será os resultados na vida da igreja. Alguns aspectos porém, são de suma relevância:

  • É preciso que se defina junto ao conselho o espaço de atuação que eles terão no mês,
  • Há necessidade de planejamento que poderá ser: mensal, trimestral ou semestral;
  • A equipe precisará reunir-se no mínimo uma vez para planejar e outra para entrosamento, comunhão, busca e aprimoramento dos alvos.
  • A relação do pastor com o coordenador da equipe deverá ser bem próxima e toda supervisão precisará ser por ele acompanhado;
  • A equipe precisará do apoio pastoral e da liberdade para trabalhar portanto, deve-se evitar a insegurança ou a pressão sobre o grupo;
  • Os membros da equipe devem ser permanentes porém modificados sempre que houver necessidade;
  • Ao pastor competirá definir junto com a equipe como será empregado o recurso alcançado pelos carnês, ofertas, mantenedores,etc.
  • O planejamento deve levar em conta a realidade da igreja seu contexto e suas possibilidades. Deve ainda ter alvos para o momento e para longo prazo.

Planejando um culto de missões:

Quanto ao local - se possível disponibilizar bandeiras e/ou cartazes que chame a atenção para um determinado povo ou etnia.

Quanto a abertura - leitura bíblica responsiva de uma passagem que focalize a grande comissão.

Quanto ao momento de louvor - o momento congregacional bem breve. Deve ter no máximo duas oportunidades que pode ser para um solo e outra para qualquer ministério da igreja. O hino deve conter um conteúdo reflexivo a missões.

Quanto ao momento missionário - pode-se utilizar para ler algum relato de missionário que está no campo e com quem a igreja vem interagindo ou um artigo recente bem contextualizado. Deve ser breve e após leitura conduzir um momento de intercessão pela situação abordada. Isto se dará com um instrumental em teclado ou fundo musical eletrônico bem baixo.

Quanto a mensagem - deve ser trazida focalizando primeiramente as conquistas já alcançadas e os benefícios com elas. Deve prosseguir desafiando a alcançar o que ainda não foi feito e estimular o ânimo focalizando a nobreza desta tarefa perante Deus. Deve-se evitar piadas, comparações inadequadas, cobranças elevadas, desabafos,etc. O púlpito deve ser usado para exposição fiel da Palavra de Deus. O E.S se encarregará de cumprir seu papel convencendo, despertando, chamando, admoestando para a tarefa missionária. De preferência ter sempre pregando alguém com certa experiência na área e bem instruída na área de missões e que já tem feito sua parte.

O encerramento - pode ser utilizado esse momento para sortear alguns brindes incentivando os cooperadores dos carnês e ofertas avulsas. Distribuir alguma lembrancinha e o boletim missionário com relatórios, informações e alvos para oração. Após a bênção apostólica pode ser colocado um instrumental ou a equipe de louvor findará com um hino missionário.

Pode-se utilizar uma cantina para angariar verbas para missões e ter um representante cadastrando os novos associados aos carnês.

Formas de angariar recursos para missões na igreja local:

Carnês missionários;

Cantinas para missões;

Brechó missionário, bazar;

Alugueis de livros, DVDS, bandeiras e outros artigos para trabalho missionário;

Confecção de cofrinhos personalizados – infantil, senhoras, senhores, jovens e adolescente; louvor;

Confeccionando chaveiro, lápis, canetas, cadernos personalizados e disponibilizar à venda em ocasiões estratégicas como período pré-escolar, festas anuais específicas. O calendário por exemplo pode ser confeccionado com povos chaves e sob encomenda para as igrejas,etc.

Abrindo uma página na internet e manter bem alimentada com fotos, sugestões relatório de viagens missionárias feitas com as fotos e pedidos de oração,etc. Esta página deve conter nº de conta bancária e boleto bancário para a pessoa imprimir e começar a contribuir.

Cartão fidelidade - um modelo padronizado de cartão com imagem missionária na frente e no fundo 12 espaços em branco para ser colocado o valor da oferta avulsa mensal ou bimestral,etc.

segunda-feira, 2 de maio de 2011

CAMPO MISSIONARIO OU CAMPO DE GUERRA ESPIRITUAL?


Autor: Pr.Isaias Ribeiro

Por mais experiente que o missionário seja, ele sente na alma diversos problemas com a família, barreiras culturais, a língua, o clima, a discriminação, às vezez horrível, e ainda os contantes ataques satânicos, o que nos faz lembrar dos ataques que Jesus sentiu no Monte da Tentação, no deserto - Mateus 4.1-10. Isso dá medo só de ouvir falar.
O diabo sabe muito bem quando estamos com medo ou a síndrome do pânico - "medo do medo" - pois a pessoa se revela, por si mesma, no seu semblante, gestos físicos, comportamentos e atitudes. Porém Deus, muito mais que satanás, sabe muito bem disso, por isso na Bíblia, que é a Palavra de Deus, esta cheia de palavras "não temas". Ao ler a Bíblia, percebemos que o medo está no dia-a-dia dos grandes homens de Deus como:

* Abraão - conhecido como pai da fé, o homem da promessa, algumas vezes mentiu por causa do medo - Deus o encorajou com o "não temas". (Gn 15.1)

* Moisés - o grande líder, legislador de Deus, experiente, conduziu aproximadamente dois milhões de pessoas no deserto, mas isto não o insentou do medo. (Dt 1.21 e 20.3-4)

* Josué - o ajudante fiel de Moisés, testemunho ocular dos milagres de Deus mas, mesmo assim, precisou ouvir de Deus: "não temas", "não te espante", "não pare" (Js 1.1-9).
* Da boca de Isaias, o profeta Messiânico, sai uma das mensagens mais fortes, tão conhecida: "não temas, sou contigo" (Is 41.10-11).

Quanto maior o líder, obreiro ou missionário, mais perto está o medo. E por detrás do medo há uma reação diferente para cada obreiro. A de Moisés foi a desculpa da gagueira, a de Jeremias foi se inafantilizar, a de Pedro foi negar e a de João o apóstolo do amor -pedir fogo. E a minha? E a sua?


Vejamos agora os ataques que Jesus sofreu e satanás aproveitou a oportunidade para intimidá-lo em várioas áreas:

1º Ataque: Satanás explorou o medo da incerteza. "Se Tu és Filho de Deus" Mt 4.3
Todos os dias ouvimos esta frase horripilante: "Se és filho de Deus", por que está acontecendo isto com você? Por que esta doença? O desemprego? Os fracassos? Qual o missionário que não sentiu este ataque? (Jó 2.7-10). Se você tem chamado, por que não está fluindo? Cadê sua Igreja? Onde está as almas salvas? Quantos missionários acuados pela dúvida entram em crise até mesmo sob sua filiação divina? João Batista (mt 11.1-3) é um exemplo disso, quando Jesus falou para o mensageiro: "diga a João sobre os milagres que faço".

Quantos missionários, hoje, que nem os milagres operados por Cristo o empolgam mais. Satã agrediu a Jesus na intimidação do medo de ser ou não filho de Deus, e a João, enquanto estava preso, o interrogava se valeu a pena ou não pregar a verdade (Mt 11.7-11). Sei que muitos que estão lendo este artigo sentem-se inseguros em relação à sua chamada.

Cuidado! Isto pode levar você a não acreditar mais em seu chamado. Deus não brinca com ninguém e não faria isto com você. Não temas, o Deus de Jeremias é o seu Deus (Jr 1.5,9,10). Deus diz a Moisés: "Pouco importa o que você é, o que importa é o que eu sou" Ex 2.10-15.


2º Ataque: Satanás explorou o ministério de Jesus. "Se Tu és Filho de Deus, Salta" Mt 4.4-6

Isto é, pra que o Getsêmani? A Cruz? Os cravos? A morte? Tão cruel, todos vão saber que é de Deus quando te verem flutuando no ar. O diabo quer show e não cruz, fama e não sofrimento. Hoje missionários são tentados a procurar caminhos fáceis, de menos sofrimentos e renúncias por outros pseudos missionários realizarem espetáculos, enchendo o bolso de dinheiro, vivendo frente aos holofotes e ladeado de personagens famosos. Foi isto que o diabo quiz oferecer para Jesus lhe dizendo: "pula daí, flutua, dê um show, faz uma acrobacia, você precisa é de fã clube, de aplausos e não de cruz. E o que mais dói no missionários é os pseudos são mais reconhecidos e visitados, enquanto os que semeiam com lágrimas são, muitas, esquecidos e até abandonados pelos que os enviaram.

Paulo deixa claro a dor da cruz (2ª Co 2.4), o missionário sofre a dor dos sofrimentos:

· Sofrimento da tentação (Tg 1.12),

· Sofrimento do trabalho (1ª Tm 2.9),

· Sofrimento físico (2ª Co 12.7-10).

O medo da perda é compensado pela promessa da colheita (Sl 126.5,6). Pedro diz: "e nós Senhor?". Jesus diz: "Vem viver aqui e por fim a vida eterna" (Mt 19.27-29), Aleluia!

3º Ataque: Satanás explorou o emocional de Jesus. "Isto tudo te darei...isto é o seu futuro". Mt 4.9

Quem é o homem ou mulher que não tem medo do futuro? Este é o fio tenebroso que permeia nossa vida (Mt 26.37-39; Sl 31.10-12). O inimigo vem com sua arma desafiadora nos initmidando. Qual seu fim? O que será de seu futuro? E sua família? Viu o que está acontencendo com o missionário tal? Você está em pecado. Cadê resposta das orações? Ele, satanás, é bom para isto, mas lance fora o medo (1ª Jo 4.18).

Um missionário com medo já é um obreiro vencido (Hb 2.15). Faça como Jesus, vença o medo e o diabo com as palabvras "vai-te satanás". Em 2ª Tm 1.7, Paulo nos ensina que apesar de estarmos rodeados de ouvintes e irmãos, muitas vezes, nos vemos sozinhos. Em 2ª Tm 4.9-17, Paulo gritou: "Timóteo vem depressa, traga Marcos (v.9), Demas me abandonou (v.10). Só Lucas está comigo (v.11), alexabdre me causaou danos (v.14), ninguém me assistiu (v.16)". Ainda bem que temos o verso 17: "O Senhor me assistiu".

Encerro esta mensagem dizendo que o campo missionário é campo de Guerra Espiritual; mas, confie no Deus que te chamou, enviou e está cuidando de todos os teus temores.

Que Deus te abençõe e que confiemos a Ele esta causa e lancemos fora o medo. Ele é o nosso tudo! (Sl 23).



Campo Missionário ou Campo de Guerra Espiritual?

Autor: Pr.Isaias Ribeiro - Publicado em: 4/3/2011 12:17:30

Por mais experiente que o missionário seja, ele sente na alma diversos problemas com a família, barreiras culturais, a língua, o clima, a discriminação, às vezez horrível, e ainda os contantes ataques satânicos, o que nos faz lembrar dos ataques que Jesus sentiu no MOnte da Tentação, no deserto - Mateus 4.1-10. Isso dá medo só de ouvir falar.
O diabo sabe muito bem quando estamos com medo ou a síndrome do pânico - "medo do medo" -, pois a pessoa se revela, por si mesma, no seu semblante, gestos físicos, comportamentos e atitudes. Porém Deus, muito mais que satanás, sabe muito bem disso, por isso na Bíblia, que é a Palavra de Deus, esta cheia de palavras "não temas". Ao ler a Bíblia, percebemos que o medo está no dia-a-dia dos grandes homens de Deus como:

* Abraão - conhecido como pai da fé, o homem da promessa, algumas vezes mentiu por causa do medo - Deus o encorajou com o "não temas". (Gn 15.1)
* Moisés - o grande líder, legislador de Deus, experiente, conduziu aproximadamente dois milhões de pessoas no deserto, mas isto não o insentou do medo. (Dt 1.21 e 20.3-4)
* Josué - o ajudante fiel de Moisés, testemunho ocular dos milagres de Deus mas, mesmo assim, precisou ouvir de Deus: "não temas", "não te espante", "não pare" (Js 1.1-9).
* Da boda de Isaias, o profeta Messiânico, sai uma das mensagens mais fortes, tão conhecida: "não temas, sou contigo" (Is 41.10-11). Quanto maior o líder, obreiro ou missionário, mais perto está o medo. E por detrás do medo há uma reação diferente para cada obreiro. A de Moisés foi a desculpa da gagueira, a de Jeremias foi se inafantilizar, a de Pedro foi negar e a de João o apóstolo do amor -pedir fogo. E a minha? E a sua?
Vejamos agora os ataques que Jesus sofreu e satanás aproveitou a oportunidade para intimidá-lo em várioas áreas:

1º Ataque: Satanás explorou o medo da incerteza. "Se Tu és Filho de Deus" Mt 4.3
Todos os dias ouvimos esta frase horripilante: "Se és filho de Deus", por que está acontecendo isto com você? Por que esta doença? O desemprego? Os fracassos? Qual o missionário que não sentiu este ataque? (Jó 2.7-10). Se você tem chamado, por que não está fluindo? Cadê sua Igreja? Onde está as almas salvas? Quantos missionários acuados pela dúvida entram em crise até mesmo sob sua filiação divina? João Batista (mt 11.1-3) é um exemplo disso, quando Jesus falou para o mensageiro: "diga a João sobre os milagres que faço". Quantos missionários, hoje, que nem os milagres operados por Cristo o empolgam mais. Satã agrediu a Jesus na intimidação do medo de ser ou não filho de Deus, e a João, enquanto estava preso, o interrogava se valeu a pena ou não pregar a verdade (Mt 11.7-11). Sei que muitos que estão lendo este artigo sentem-se inseguros em relação à sua chamada. Cuidado! Isto pode levar você a não acreditar mais em seu chamado. Deus não brinca com ninguém e não faria isto com você. Não temas, o Deus de Jeremias é o seu Deus (Jr 1.5,9,10). Deus diz a Moisés: "Pouco importa o que você é, o que importa é o que eu sou" Ex 2.10-15.

2º Ataque: Satanás explorou o ministério de Jesus. "Se Tu és Filho de Deus, Salta" Mt 4.4-6

Isto é, pra que o Getsêmane? A Cruz? Os cravos? A morte? Tão cruel, todos vão saber que é de Deus quando te verem flutuando no ar. O diabo quer show e não cruz, fama e não sofrimento. Hoje missionários são tentados a procurar caminhos fáceis, de menos sofrimentos e renúncias por outros pseudos missionários realizarem espetáculos, enchendo o bolso de dinheiro, vivendo frente aos holofotes e ladeado de personagens famosos. Foi isto que o diabo quiz oferecer para Jesus lhe dizendo: "pula daí, flutua, dê um show, faz uma acrobacia, você precisa é de fã clube, de aplausos e não de cruz. E o que mais dói no missionários é os pseudos são mais reconhecidos e visitados, enquanto os que semeiam com lágrimas são, muitas, esquecidos e até abandonados pelos que os enviaram.

Paulo deixa claro a dor da cruz (2ª Co 2.4), o missionário sofre a dor dos sofrimentos:

· Sofrimento da tentação (Tg 1.12),

· Sofrimento do trabalho (1ª Tm 2.9),

· Sofrimento físico (2ª Co 12.7-10).

O medo da perda é compensado pela promessa da colheita (Sl 126.5,6). Pedro diz: "e nós Senhor?". Jesus diz: "Vem viver aqui e por fim a vida eterna" (Mt 19.27-29), Aleluia!

3º Ataque: Satanás explorou o emocional de Jesus. "Isto tudo te darei...isto é o seu futuro". Mt 4.9

Quem é o homem ou mulher que não tem medo do futuro? Este é o fio tenebroso que permeia nossa vida (Mt 26.37-39; Sl 31.10-12). O inimigo vem com sua arma desafiadora nos initmidando. Qual seu fim? O que será de seu futuro? E sua família? Viu o que está acontencendo com o missionário tal? Você está em pecado. Cadê resposta das orações? Ele, satanás, é bom para isto, mas lance fora o medo (1ª Jo 4.18).

Um missionário com medo já é um obreiro vencido (Hb 2.15). Faça como Jesus, vença o medo e o diabo com as palabvras "vai-te satanás". Em 2ª Tm 1.7, Paulo nos ensina que apesar de estarmos rodeados de ouvintes e irmãos, muitas vezes, nos vemos sozinhos. Em 2ª Tm 4.9-17, Paulo gritou: "Timóteo vem depressa, traga Marcos (v.9), Demas me abandonou (v.10). Só Lucas está comigo (v.11), alexabdre me causaou danos (v.14), ninguém me assistiu (v.16)". Ainda bem que temos o verso 17: "O Senhor me assistiu".

Encerro esta mensagem dizendo que o campo missionário é campo de Guerra Espiritual; mas, confie no Deus que te chamou, enviou e está cuidando de todos os teus temores.

Que Deus te abençõe e que confiemos a Ele esta causa e lancemos fora o medo. Ele é o nosso tudo! (Sl 23).