"“Muitos crentes consagrados jamais atingiram os campos missionários com seus próprios pés mas poderão alcança-los com seus joelhos” (Adoniran Judson)”"

terça-feira, 26 de maio de 2009

FAZENDO MISSÕES

A IGREJA DEVE CONHECER AS NECESSIDADES ESPIRITUAIS, SOCIAIS E FISICAS DO MISSIONÁRIO I Co: 16.9-17; II Co: 11.9

1. A Igreja NÃO deve enviar o missionário ao campo e esquece-lo.

2. A comunicação é fundamental para manter a igreja e o missionário comprometidos e sempre seguindo juntos avante.

3. A troca regular de: Cartas, mensagens por telefone, e-mails, podem prover a igreja de conhecimento de todas as necessidades pessoais e ministeriais dos missionários.

4. Ao mesmo tempo o missionário bem assistido transporá melhor os obstáculos e saberá sempre que não está só nos confins do mundo.

5. Falta de comunicação produz falta de oração e apoio, o que por sua vez, leva à derrota e volta prematura do missionário.


TRÊS MANEIRAS DE APOIAR OS MISSIONÁRIOS NO CAMPO:

a) Orando regularmente por eles.
O apóstolo Paulo escreveu do campo, onde ele era embaixador em cadeias, pedindo por suprimento espiritual.(Efésios 6.19-20).

A oração muda situações, move as forças espirituais de Deus e provê munição para a batalha espiritual.

Quando o mar estava revolto e o naufrágio parecia inevitável, os discípulos clamaram a Jesus e a situação tornou-se totalmente a favor (Mc: 4.38-39).

A igreja que está ciente da seriedade da guerra espiritual, mantém-se em constante oração. Não se trata de orações ocasionais em um ou outro culto. O que precisamos é de um movimento de oração interminável, sistemático em nossas igrejas.

Não se trata de um programa de oração, nem de uma semana de oração pró missões.
Ao contrário deve ser um estilo de vida cultivado em nossas igrejas.

Um sólido e permanente estilo de vida em oração por missões deve ser alimentado com boas informações, boa correspondência com o campo e verdadeiro compromisso com o missionário.

b) SUSTENTANDO-OS COM NOSSOS RECURSOS MATERIAIS

c) ESCREVENDO PARA ELES

Só é possível saber a importância de uma simples carta àqueles que já viveram fora de sua pátria.

Para os missionários, as cartas têm ainda maior significado, pois o mundo espiritual traz maiores aflições do que sofrem aqueles que simplesmente saíram do país para ganhar dinheiro.

Na guerra espiritual existem muitos inimigos e obstáculos a vencer. As cartas
ajudam! E como! Deus usa as cartas para encorajar, aliviar, informar, atualizar e
abençoar.

Algumas vezes Deus usa uma carta para responder a oração do missionário.

Provérbios 25.25 A IGREJA DEVE CONHECER AS NECESSIDADES ESPIRITUAIS, SOCIAIS E FISICAS DO MISSIONÁRIO I Co: 16.9-17; II Co: 11.9

1. A Igreja NÃO deve enviar o missionário ao campo e esquece-lo.

2. A comunicação é fundamental para manter a igreja e o missionário comprometidos e
sempre seguindo juntos avante.

3. A troca regular de: Cartas, mensagens por telefone, e-mails, podem prover a igreja de conhecimento de todas as necessidades pessoais e ministeriais dos missionários.

4. Ao mesmo tempo o missionário bem assistido transporá melhor os obstáculos e
saberá sempre que não está só nos confins do mundo.

5. Falta de comunicação produz falta de oração e apoio, o que por sua vez, leva à
derrota e volta prematura do missionário.


TRÊS MANEIRAS DE APOIAR OS MISSIONÁRIOS NO CAMPO:

a) Orando regularmente por eles.
O apóstolo Paulo escreveu do campo, onde ele era embaixador em cadeias, pedindo
por suprimento espiritual.(Efésios 6.19-20).

A oração muda situações, move as forças espirituais de Deus e provê munição para
a batalha espiritual.

Quando o mar estava revolto e o naufrágio parecia inevitável, os discípulos
clamaram a Jesus e a situação tornou-se totalmente a favor (Mc: 4.38-39).

A igreja que está ciente da seriedade da guerra espiritual, mantém-se em
constante oração. Não se trata de orações ocasionais em um ou outro culto. O que
precisamos é de um movimento de oração interminável, sistemático em nossas
igrejas.

Não se trata de um programa de oração, nem de uma semana de oração pró missões.
Ao contrário deve ser um estilo de vida cultivado em nossas igrejas.

Um sólido e permanente estilo de vida em oração por missões deve ser alimentado
com boas informações, boa correspondência com o campo e verdadeiro compromisso
com o missionário.

b) SUSTENTANDO-OS COM NOSSOS RECURSOS MATERIAIS

c) ESCREVENDO PARA ELES

Só é possível saber a importância de uma simples carta àqueles que já viveram
fora de sua pátria.

Para os missionários, as cartas têm ainda maior significado, pois o mundo
espiritual traz maiores aflições do que sofrem aqueles que simplesmente saíram do
país para ganhar dinheiro.

Na guerra espiritual existem muitos inimigos e obstáculos a vencer. As cartas
ajudam! E como! Deus usa as cartas para encorajar, aliviar, informar, atualizar e
abençoar.

Algumas vezes Deus usa uma carta para responder a oração do missionário.

Provérbios 25.25

AS IMPLICAÇÕES DO IDE

IDE, mesmo que outros não queiram ir.
IDE, mesmo que os recursos não sejam muitos.
IDE, ainda que haja obstáculos.
IDE, usando os meios disponíveis.
IDE, porque quem não obedece esta ordem do Senhor da seara,
comete pecado de omissão.
IDE, porque os que obedecem terão uma recompensa do Mestre.
IDE, porque grande é a seara e poucos os trabalhadores.
IDE, porque fomos salvos para servir nesta causa nobre do reino de
Deus.
IDE, porque é um grande privilégio ser cooperador de Deus neste
projeto de redenção.
IDE, porque os que não levam a sério a vocação missionária da Igreja,
não experimentarão as riquezas de Deus em suas vidas.
IDE, porque obedecer ao ide é uma das evidências que fomos
alcançados pela graça de Deus.
IDE, porque aquele que ainda não está fazendo missão, seu coração é
o primeiro campo missionário a ser conquistado.

terça-feira, 19 de maio de 2009

DESAFIOS MISSIONÁRIOS

CONHEÇA ALGUNS DESAFIOS QUE TEMOS DIANTE DE NÓS NOS DIAS ATUAIS.

Desafio Étnico.

Há no mundo atual 2.227 grupos étnicos distintos sem qualquer presença missionária ou conhecimento do evangelho. Pressupondo que já entramos nas áreas mais abertas política, linguística, geográfica e culturalmente, podemos entender que estes 2.227 PNAs (Povos Não Alcançados) não são “mais” 2.000 grupos sem o evangelho mas sim justamente os mais resistentes em toda a história do Cristianismo. Portanto estamos lidando com o remanescente que apresentará maior resistência.


Desafio Linguístico.

Convivemos hoje com 6528 línguas vivas. 336 possuem a Bíblia completa, 928 o Novo Testamento completo e 918 grandes porções bíblicas, ou seja a Palavra está expressivamente presente em 2212 línguas. Deixa-nos com mais de 4.000 línguas, minoritárias e faladas por apenas 6% da população mundial, sem nada da Palavra de Deus. Entretanto tudo isto acontece em um mundo onde 1 bilhão e meio de pessoas, segundo a ONU, não sabe ler ou escrever. Não poderiam ler a Palavra mesmo se a tivessem em sua própria língua.


Desafio Missiológico.

Fomos bombadeardos positivamente desde a década de 80 por uma missiologia que priorizava alcançar os não alcançados. Neste afã começamos a concentrar-nos como Igreja e Agências Missionárias na lista dos PNAs. E hoje, desde que Ralph Winter primeiramente listou os 13.000 povos não alcançados nos anos 80, este número baixou para 2.227 e há quem pense que é ainda menor. Entretanto, de acordo com os relatórios de crescimento da Igreja da World Mission International podemos notar que o evangelho apenas arranhou a superfície social em pelo menos 4.000 destes povos. Entre estes menos de 2% da população conhece a Jesus e não há registro de grandes avanços.

Corremos o risco, assim, de encerrar esta década sem nenhum povo não alcançado em nossa lista de PNAs mas com milhares de grupos onde mais de 90% da população desconhece Jesus. Esta também, ao meu ver, é uma realidade indígena brasileira. Precisamos enfatizar não apenas os PNAs em nosso país mas também os grupos onde a Igreja, presente, precisa de ajuda para fazer o evangelho chegar entre todo o seu povo.

REALIDADE INDIGENA ATUAL - UM GRANDE DESAFIO

Matéria publicada pelo Missionário Ronaldo Lidório em http://www.ronaldo.lidorio.com.br/

Para entendermos a realidade indígena atual olharemos rapidamente alguns aspectos.


1. REALIDADE POPULACIONAL E LINGUÍSTICA

Trata-se de uma realidade desconhecida por muitos onde mais de 300.000 índios dividem-se em cerca de 251 etnias distintas representando mais de 180 línguas diferentes. Dentre estas, apenas 26 possuem o Novo Testamento completo traduzido em seus idiomas e outras 59 possuem porções, entretanto mais de 120 tribos necessitam urgentemente de uma tradução das Escrituras. Apesar das 25 Agências Missionárias que bravamente atuam entre os índios em nosso país ainda contamos com mais de 100 tribos totalmente não alcançadas além de outras 19 em fase de estudo.

Segundo estatísticas de junho de 2001 do Banco de Dados do Departamento de Assuntos Indígenas da AMTB (tendo o Pr Rinaldo de Mattos como organizador e o missiólogo PauloBottrel como pesquisador) o cenário indígena é como se segue:

Tribos conhecidas: 218 (população: 353.881)
Tribos isoladas: 33 (população: 1.853)
Tribos a serem pesquisadas: 50 (população estimada: 2.735)
Tribos com existência duvidosa: 48 (população: 2.217)
Total de tribos existentes: 349 (população: 360.686)

A situação das tribos indígenas em relação à distribuição da própria população segue o seguinte diagrama:

52 tribos com menos de 100 pessoas
115 tribos entre 100 e 1.000 pessoas
53 tribos entre 1.000 e 10.000 pessoas
5 tribos entre 10.000 e 20.000 pessoas
2 tribos entre 20.000 e 30.000 pessoas
1 tribo com mais de 30.000 pessoas
23 tribos com população indeterminada
Em relação ao evangelho as tribos indígenas são classificadas da seguinte forma:

72 não alcançadas
46 alcançadas só por Missões Católicas
4 alcançadas só por Leigos
2 alcançadas só com Tradução
75 alcançadas satisfatoriamente
8 alcançadas e com Liderança Autóctone
9 com situação indeterminada
118 sem presença missionária evangélica
A realidade a respeito desta centena de tribos brasileiras não alcançadas envolve línguas complexas, lugares inacessíveis, possibilidade de embates tribais, enfermidades, isolamento e especialmente restrições legais. É preciso sentar e calcular o preço da construção da torre.

2. REALIDADE CULTURAL

Há alguns mitos entre nós.

Mito número 1:
As culturas indígenas são puras em seus estados naturais. Antropologicamente há entre todas as culturas da terra o conceito de pecado, e em quase a totalidade étnica mundial regras e normas para que este pecado seja punido e haja possibilidade de restauração. Quando vemos um grupo isolado na Amazônia não devemos esperar encontrar ali um paraíso social pois em uma visão um pouco mais próxima o que veremos é um grupo milenar a procura de respostas que não possuem. O pecado manifesta-se culturalmente.

Mito número 2:
O evangelho não muda a cultura. O evangelho respeita a cultura entretanto é inocência missiológica afirmarmos que o evangelho não muda a cultura pois a própria razão do evangelho vem com o pressuposto de transformação em todos os níveis da existência humana. Uma comunidade indígena animista que aceita o conteúdo do evangelho em suas vidas para de temer os deuses, sacrificar aos espíritos, reverenciar os ancestrais e praticar a poligamia, apenas para citar alguns exemplos mais visívies. O evangelho promove profundas mudanças pois cremos que este evangelho é supra-cultural: responde a perguntas e conflitos de todos os povos em todas as gerações e salva a todo o que crê – branco ou índio.

Mito número 3:
O bloco indígena não deve ser prioridade da Igreja Brasileira porque é formado pela minoria populacional. É certo que algumas das menores etnias do mundo estão entre os indígenas brasileiros onde tribos inteiras podem ser formadas por menos de 20 pessoas. O maior grupo indígena brasileiro é a tribo Yanomami que possui cerca de 10.000 índios e há várias tribos compostas por apenas 30, 50 ou 100 pessoas. Em uma visão humanista pragmática alguns diriam: plantar igrejas entre grupos minoritários não é viável. Entretanto na viabilidade do Reino muitas vezes nos esquecemos que uma igreja não deve ser plantada na expectativa de gerar riqueza ou estrutura social mas sim porque uma alma vale mais do que o mundo inteiro. Portanto se a visão de Deus é o mundo, as menores tribos indígenas em nosso país devem encabeçar nossa atual prioridade missionária pois há um mundo bem perto de nós ainda não alcançado pelo que evangelho que um dia nos conquistou.

Mito número 4:
A ação missionária contribui para a destruição étnico-cultural indígena. Um grave engano. Começamos o trabalho missionário em geral pelo movimento linguístico onde o missionário lingüista grafa o idioma nativo e alfabetiza os indígenas em sua própria língua materna assegurando que esta língua não morrerá como aconteceu com mais de 35 grupos indígenas que falam apenas o português e com grave descaracterização cultural.

Portanto não promovemos o etnocídio nem a etnofagia cultural. Continuamos com exemplos como a Missão Caiuá que chegando antes da Funai entre os Caiuás em 1928 estruturou o idioma e registrou em cartilhas boa parte da riqueza nativa preparando-os para que a cultura não morresse no inevitável confronto com a cuultura exterior. A figura de Palinteh fala por si só afirmando que “... quando vi o homem branco decidi ser como ele para saber o que era importante na vida. Um engano. Com o evangelho descobri que Jesus ama o índio. Não é preciso ser branco para ser salvo. Hoje sou cristão e sou mais índio” .

A IGREJA MISSIONÁRIA

AT 13.1-3

INTRODUÇÃO:
1. Creio que a Igreja de Antioquia, desempenhou uma função tão importante quanto à Igreja de Jerusalém, no início do cristianismo.

2. O cristianismo chegou até Antioquia, através de alguns irmãos que fugiram de Jerusalém, com a perseguição movida nos dias de Estevão, At 11.19, "E os que foram dispersos pela perseguição que sucedeu por causa de Estêvão caminharam até à Fenícia, Chipre e Antioquia, não anunciando a ninguém a palavra, senão somente aos judeus".

3. Embora estes irmãos inicialmente não pregassem aos gentios, alguns de Chipre e de Sirene, indo até Antioquia, anunciaram também aos gregos, At 11.19-20, "19 E os que foram dispersos pela perseguição que sucedeu por causa de Estêvão caminharam até à Fenícia, Chipre e Antioquia, não anunciando a ninguém a palavra, senão somente aos judeus. 20 E havia entre eles alguns homens cíprios e cirenenses, os quais entrando em Antioquia falaram aos gregos, anunciando o Senhor Jesus".

4. Tal resolução, foi abençoada pelo Senhor, At 19.21, "E a mão do Senhor era com eles; e grande número creu e se converteu ao Senhor". Pois a salvação dos gentios estava no plano de Deus.

5. Quando chegou a notícia a Jerusalém, que muitos ali tinham aceitado a Palavra, a Igreja enviou para lá Barnabé, que começou a trabalhar na edificação e no crescimento daqueles irmãos, At 19.22.23, "22 E chegou a fama destas coisas aos ouvidos da igreja que estava em Jerusalém; e enviaram Barnabé a Antioquia. 23 O qual, quando chegou, e viu a graça de Deus, se alegrou, e exortou a todos a que permanecessem no Senhor, com propósito de coração".

6. Barnabé tinha condições de exercer um ministério abençoado, At 19.24, "Porque era homem de bem e cheio do Espírito Santo e de fé. E muita gente se uniu ao Senhor". Contudo, notando este irmão, a carência da Igreja, foi para Tarso à procura de Saulo para que este o ajudasse no desenvolvimento do trabalho, At 19.25-26, "25 E partiu Barnabé para Tarso, a buscar Saulo; e, achando-o, o conduziu para Antioquia. 26 E sucedeu que todo um ano se reuniram naquela igreja, e ensinaram muita gente; e em Antioquia foram os discípulos, pela primeira vez, chamados cristãos".

7. Estes dois homens de Deus, tinham o caráter missionário, e movidos pelo Espírito Santo, levaram aquela Igreja a um despertamento missionário impar e que contribuiu grandemente para o desenvolvimento do cristianismo. "Vejamos alguns pontos sobre a Igreja Missionária":

I - É UMA IGREJA QUE TEM ESTRUTURA
Vs. 1, "E na igreja que estava em Antioquia havia alguns profetas e doutores, a saber: Barnabé e Simeão chamado Níger, e Lúcio, cireneu, e Manaém, que fora criado com Herodes o tetrarca, e Saulo".

1. Quando a Igreja ama missões, Deus começa a formar nela uma estrutura de liderança, para que possa contribuir para o trabalho missionário, sem perigo interno.

2. Inicialmente, a Igreja contava com apenas dois líderes, Barnabé e Saulo, mas outros foram levantados pelo Senhor:

a. "Os profetas e doutores".

b. Simeão, que tinha por sobrenome "Niger". Talvez este Simeão, tivesse sido o mesmo que teria ajudado Cristo a carregar sua cruz, Mc 15.21, "E constrangeram um certo Simão, cireneu, pai de Alexandre e de Rufo, que por ali passava, vindo do campo, a que levasse a cruz". Embora alguns acham que se fosse o mesmo, Lucas teria citado o fato. Contudo, seu sobrenome, "Niger", parece indicar que era da África, de onde também era, aquele que ajudou Cristo a carregar a cruz.

c. Lúcio de Cirene. Alguns interpretes, o indentificavam com o Lúcio de Rm 16.21, "Saúdam-vos Timóteo, meu cooperador, e Lúcio, Jasom e Sosípatro, meus parentes". Se este Lúcio é o mesmo da Igreja de Antioquia, e se ele de fato era parente de Paulo, é provável que seja ele que tenha lembrado de Saulo, para que Barnabé o buscasse, At 11.25, "Porque não quero, irmãos, que ignoreis este segredo (para que não presumais de vós mesmos): que o endurecimento veio em parte sobre Israel, até que a plenitude dos gentios haja entrado".

d. Manaem, Colaço de Herodes. Foi criado com Herodes, o tetrarca, também conhecido como Herodes Antipas, o que assassinou João Batista. Que melhor destino teve este homem, comparado ao de seu irmão de criação. Josefo citou em seus escritos um homem de nome Manaem, que era essênio e amigo de Herodes, o grande. É provável que este homem teria sido parente de Manem.

3. Com esta estrutura, a Igreja poderia dispor de dois homens para o trabalho que surgira em frente.

II - É UMA IGREJA QUE MANTÉM UMA COMUNHÃO VIVA COM O SENHOR
1. "Servindo eles ao Senhor". A palavra "servindo", poderia ser traduzida por "ministrando", "adorando". Servir ao Senhor, é estar na presença de Deus disposto a ouvi-lo e obedecê-lo. Paulo recomenda aos Romanos que fossem fervorosos no Espírito, servindo ao Senhor, Rm 12.11, "Não sejais vagarosos no cuidado; sede fervorosos no espírito, servindo ao Senhor". Esta era uma característica da Igreja de Tessalônica, 1 Ts 1.9, "E vós fostes feitos nossos imitadores, e do Senhor, recebendo a palavra em muita
tribulação, com gozo do Espírito Santo". Antes, serviam aos ídolos, agora serviam ao Senhor.

2. "Jejuando e orando". Notamos que esta Igreja era também uma Igreja de Oração e jejum. A oração e o jejum, são partes fundamentais na vida da Igreja que deseja manter uma comunhão com o Senhor. Vejamos esta prática em At 14.23, "E, havendo-lhes, por comum consentimento, eleito anciãos em cada igreja, orando com jejuns, os encomendaram ao Senhor em quem haviam crido". Aqui Paulo e seus companheiros estavam elegendo presbíteros em cada Igreja formada e era necessário proclamar um jejum. A própria vida de Paulo era pautada por jejuns e oração:

a. 2 Co 6.5, "Nos açoites, nas prisões, nos tumultos, nos trabalhos, nas vigílias, nos jejuns".

b. 2 Co 11.27, "Em trabalhos e fadiga, em vigílias muitas vezes, em fome e sede, em jejum muitas vezes, em frio e nudez".

3. Uma Igreja que tem visão missionária, é uma Igreja que jejua e ora.

III - É UMA IGREJA QUE ATENDE A VOZ DO ESPÍRITO SANTO
1. "...disse o Espírito Santo: Separai-me a Barnabé e a Saulo, para a obra que os tenho chamado".

2. É bom notarmos que a chamada missionária começa primeiro, no coração do missionário - "os tenho chamado", Gl 1.15-17, "15 Mas, quando aprouve a Deus, que desde o ventre de minha mãe me separou, e me chamou pela sua graça, 16 Revelar seu Filho em mim, para que o pregasse entre os gentios, não consultei a carne nem o sangue, 17 Nem tornei a Jerusalém, a ter com os que já antes de mim eram apóstolos, mas parti para a Arábia, e voltei outra vez a Damasco".

3. A chamada do missionário, deve ser pelo Espírito Santo. A Igreja deve endossar a chamada, atendendo também a voz do Espírito - "separai-me".

4. A Igreja em oração, cumpriu a ordem do Espírito Santo, Vs. 3, "Então, jejuando e orando, e pondo sobre eles as mãos, os despediram". Embora não tenha contribuído financeiramente, Fp 4.15, "E bem sabeis também, ó filipenses, que, no princípio do evangelho, quando parti da Macedônia, nenhuma igreja comunicou comigo com respeito a dar e a receber, senão vós somente". Os recursos são providos pelo Senhor da obra. No Vs. 4, temos a continuação do trabalho que o Espírito vinha realizando: "E assim estes, enviados pelo Espírito Santo, desceram a Selêucia e dali navegaram para Chipre".

CONCLUSÃO:
1. A Igreja missionária, é aquela que cresce em estrutura, mantém comunhão com Deus e obedece à voz do Espírito Santo.

2. Deus é o grande missionário, que pelo seu Espírito move a Igreja para esta obra, no sentido de que nós oremos, contribuamos e enviemos os missionários chamados.

3. A obra de missões, visa a salvação do pecador. Você é pecador. Deus enviou Jesus, o grande missionário, que morreu por você, para que você, fosse salvo, Jo 1.14, "E o Verbo se fez carne, e habitou entre nós, e vimos a sua glória, como a glória do unigênito do Pai, cheio de graça e de verdade".

sexta-feira, 15 de maio de 2009

CHOQUE CULTURAL


Todos nós experimentamos o choque cultural quando entramos em outra cultura. A intensidade do choque dependerá da diferença entre a cultura hóspede e a nossa própria cultura. Dependerá também de outros fatores, como por exemplo: a personalidade e o preparo do missionário. Tratando-se especialmente de missionários transculturais e de suas famílias, que sabem que viverão e trabalharão por tempo considerável nessa nova cultura, é grande a probabilidade de esse choque cultural ser ainda maior.

Agora apresentaremos alguns sintomas do choque cultural:

1. Sensação de desorientação. Especialmente se ainda não conhece a língua local.

2. Desejo de estar só. Sente a vontade de estar se relacionando apenas com pessoas de sua cultura.

3. Comparação das culturas. Isto é muito comum a qualquer missionário no início do seu trabalho, mas proceder desta forma com freqüência leva o povo do lugar a pensar que ele está ofendendo seu modo de viver.

4. Menosprezo pelas normas culturais. Talvez mostre menosprezo pelas formas de conduta locais e até desafogue sua frustração com ira ou faça pouco caso delas. Começa a desprezar muito do que se refere à cultura local.

5. Sensação de estar preso. O principiante pode começar a sentir-se tão fracassado que já não queira tentar. Sente-se aprisionado. Com freqüência sente desejo de freqüência sente desejos de fugir, mas não pode.

6. Sentimentos de hostilidade. Experimenta-se uma amargura secreta ou declarada para com os responsáveis pela situação do principiante. Pode ser contra os que o colocaram nessa situação ou contra o trabalho que está realizando. Pode ser que jogue a culpa no povo do lugar ou em determinados líderes de sua própria cultura - e até mesmo em Deus.

7. Perda da visão espiritual. O principiante perde de vista os propósitos originais que tinha para ir à cultura hospede. Sua fé diminui muito. Em sua situação presente não consegue ver nada que lhe dê esperanças.

8. Sensação de fracasso e autodesprezo. Com freqüência sobrevém uma sensação de que o progresso no aprendizado da língua ou no ministério caiu a quase zero. A essa altura, é comum ele sentir desalento e intensa frustração. Sua auto-estima cai consideravelmente. Sente-se tentado a abandonar o campo transcultural e até o próprio ministério.

A lista de sintomas não é necessariamente progressiva. Pode se experimentar um desses sintomas ou todos eles em qualquer seqüência e em vários graus. Mas o missionário transcultural principiante há de experimentar pelo menos algum deles, embora as vezes não na intensidade apresentada acima. Este é um conjunto de reações normais que ocorrem quando a pessoa entra numa nova cultura. Quanto mais o missionário compreender a cultura em questão e a tarefa que tem pela frente, menor será o efeito que o choque cultural terá sobre ele e sua família.
Para minimizar o choque cultural o missionário transcultural precisa se aculturar a cultura do povo a que está trabalhando.

(Extraído do Livro Missiologia - A Missão Transcultural da Igreja, Larry D. Pate, Editora Vida)

quinta-feira, 14 de maio de 2009

BIKANER -A CIDADE DO TEMPLO DOS RATOS



A cidade do templo dos ratos

Bikaner é um cidade oásis entre vegetação e dunas de areia. A antiga muralha da cidade retêm um ar medieval, enquanto do lado de fora dos muros, palácios e mansões permanecem. Uma conhecida e próspera rota turista, Bikaner é a rota para Jaisalmer vindo de Jaipur ou Shekhawati, no Estado do Rajastão.
Bikaner foi fundada como um reino independente em 1488 por Rao Bikaji, o filho mais novo do fundador de Jaipur, Rao Jodha.
Esta cidade não seria muito conhecida não fosse, talvez, o fato de estar nesta cidade um templo dedicado a adoração aos ratos.

O TEMPLO DOS RATOS




O templo de Karni Mata, a cerca de 33 Km no Sul de Bikaner em Deshnoke, no Estado do Rajastão, e é considerado um dos locais santos dos hindus na Índia. O templo de Karni Mata foi construído no século 17 e no principio do século 20 o Marajá Ganga Singh adicionou o portão de prata e mármore branco a fachada do templo, o qual dedicou a Karniji, uma mística que, segundo eles, viveu no século 15 e que eles consideram uma encarnação de Durga. Uma galeria do templo descreve sua vida. Os hindus a chamam deusa Karni Mata. Ela era filha de um ‘Charan’ do século 16 e que se casou aos 27 anos. Depois de seu casamento ter sido dissolvido, ela tornou-se uma ‘sanyasinand’ (uma errante ascética) e teria dedicado sua vida para o serviço dos pobres.
Para os hindus, este templo não é apenas o local onde habita a deusa Karni Mata, mas também os bem alimentados ratos (chamados kabas) que são grandemente reverenciados. Neste templo, ratos são adorados e alimentados com doces e leite, visto que os hindus crêem que, os corpos dos ratos são casas para as almas dos devotos de Kanri Mata que já morreram.

ORE PELA INDIA




Como os ratos se tornaram “santos” para os hindus
Os hindus dizem que uma vez Karni Mata tentou restaurar a criança morta de um contador de história de volta a vida, mas falhou porque Yama, o deus da morte, já tinha recebido a alma do menino e reencarnando numa forma humana. Karni Mata, famosa por seu legendário temperamento, foi tão afetada pela sua falha que ela anunciou que ninguém de sua tribo cairia nas mãos de Yama novamente. Ao invés, quando eles morressem, todos eles habitariam temporariamente o corpo de um rato, antes de ser reencarnado dentro de sua tribo novamente. Portanto, os ratos são considerados como encarnações dos contadores de história e são muito reverenciados.

Motivos de oração:
Ore para que Deus abra o entendimento destas pessoas e que seus olhos espirituais sejam abertos para conhecerem o único Deus Vivo e Verdadeiro. A sua oração pode fazer a diferença nas regiões celestiais sobre a Índia! Ore para que o Senhor Jesus seja entronizado sobre esta nação e todas as potestades das trevas sejam postas por terra.

NÃO SE ESQUEÇA DE ORAR PELA INDIA!




Breves motivos para oração:

>> Pelo novo Governo (Primeiro Ministro e demais Ministros) - por um Governo estável, secular e que promova de maneira real a justiça e a liberdade religiosa;

>> Por um grande avivamento - acompanhado de milagres, libertação e o mais importante salvação de almas em terras indianas;

>> Pela Igreja Indiana - por unidade, base bíblica, vida espiritual, compromisso e maior envolvimento na tarefa da Grande Comissão;

>> Pelos pastores, líderes e missionários - por sabedoria, unção, ousadia e cooperação mútua. Ore também por saúde, proteção para os missionários e suas famílias;

>> Por verdadeira liberdade religiosa. Ore para que todas as tentativas de limitar ainda mais a pouca liberdade religiosa sejam frustradas em nome de Jesus!

A história da Índia será mudada, mas será através da pregação da Palavra de Deus e no poder do Espírito Santo e você, através da oração, é um instrumento que Deus quer usar para isto!



história da Índia será mudada, mas será através da pregação da Palavra de Deus e no poder do Espírito Santo e você, através da oração, é um instrumento que Deus quer usar para isto!

ÍNDIA, UMA TERRA DE DESAFIOS E OPORTUNIDADES

ORE PELA INDIA

"Qual a sua atitude diante dos Golias (desafios)? - Muito grande para acertar. Ou como Davi? - Muito grande para errar!"
Qual é a sua atitude diante dos desafios da evangelização mundial? Ficar acomodado, acovardado, olhando apenas os desafios ou você vai tomar uma decisão, uma atitude para que os desafios sejam vencidos, as muralhas sejam postas por terra, o nome do Senhor seja engrandecido e muitas almas possam vir para Cristo?!!? Nós somos os responsáveis por esta geração, portanto não podemos ficar olhando os desafios, mas devemos prosseguir, ir em frente e os vencer em nome de Jesus! Missões é o mais ousado projeto de vida, mas também é o mais recompensador! A recompensa é poder contemplar as almas, outrora tão longe e distante de Deus, vindo aos pés da Cruz.
Sempre podemos fazer algo mais pela obra missionária. Com certeza todos podem fazer uma coisa: orar mais pela obra missionária. Quero convidá-lo e incentivá-lo a continuar orando pela Índia.
Lembre-se que: "A história da Índia será mudada, mas será através da pregação da Palavra de Deus e no poder do Espírito Santo e você, através da oração, é um instrumento que Deus quer usar para isto!"



"Quando Deus está para fazer alguma coisa grande. Ele coloca Seu povo para orar!"

domingo, 10 de maio de 2009

VOCÊ SABIA O QUE É A JANELA10/40?




Países que formam a Janela 10/40

ORIENTE MÉDIO – 21 PAÍSESArábia Saudita, Argélia, Catar, Egito, Emirados Árabes Unidos, Iêmen, Irã, Iraque, Israel, Palestina, Jordânia, Kuweit, Líbano, Líbia, Marrocos, Mauritânia, Omã, Síria, Sudão, Tunísia e Turquia.

ÁFRICA – 12 PAÍSESBenin, Burkina, Cabo Verde, Chade, Djibuti, Etiópia, Gâmbia, Guiné, Guiné-Bissau, Mali, Níger e Senegal.

ÁSIA – 21 PAÍSESAfeganistão, Bangladesh, Barein, Butão, Camboja, China, Coréia do Sul, Coréia do Norte, Filipinas, Índia, Japão, Laos, Malásia, Maldivas, Mongólia, Nepal, Paquistão, Sri Lanka, Tailândia, Taiwan (Formosa) e Vietnã.

EURÁSIA – 3 PAÍSESCazaquistão, Turcomênia e Tadjiquistão.

EUROPA – 4 PAÍSESAlbânia, Chipre, Gibraltar e Grécia.

Nem todos os crentes sabem que no mundo ainda há povos completamente ignorantes da existência de Jesus Cristo e seu plano redentor. Poucos se importam em saber que hoje no oriente há cristãos presos e sendo torturados por causa de sua fé.


Quantos têm um programa intensivo de oração pelos povos não alcançados pelo evangelho?


Saber que há povos cometendo suicídios e guerras, por falta de esperança ou fanatismo, não é um assunto que interessa a todos os cristãos. Os cristãos no mundo estão direcionando apenas 1,2% do seu fundo missionário e de seus missionários estrangeiros para bilhões de pessoas que vivem no mundo evangelizado.


No mundo ainda há dezenas de país com suas portas total ou parcialmente fechadas à entrada de missionários. Há 28 países muçulmanos (sem incluir seis da antiga união soviética), 7 nações budistas, 3 Marxistas e 2 países hindus, formando o maior aglomerado de povos não alcançados.

VOCÊ SABIA?

MUNDO

Que a população mundial é de 6 bilhões de habitantes?
Que existem 10.000 seitas no mundo?
Que existem mais de 2.000 religiões?
Que existem 6.000 mil seitas na África e 1.200 nos Estados Unidos?
Que a maior religião do mundo é o cristianismo, com mais de 2,1 bilhões de adeptos?
Mas que, mesmo assim, a religião que mais cresce no mundo não é o cristianismo, mas o islamismo?
Que existe cerca de 1 bilhão de islâmicos em todo o mundo?
Que mais de 80% dos muçulmanos nunca ouviram o evangelho?
Que destes 6 bilhões de habitantes do planeta, um terço não é cristão?
Que no mundo, hoje, há aproximadamente 15 milhões de Testemunhas de Jeová?
Que há aproximadamente 10 milhões de mórmons espalhados pelo mundo?
Que há 200 milhões de espíritas?
Que de cada 100 pessoas 19 são muçulmanas, 18 não têm religião ou são atéias, 17 são católicas, 17 são cristãs não-católicas (ortodoxos, anglicanos, protestantes), 14 são hinduístas e 6 são budistas?
Que um em cada três cristãos sofre perseguição, um em cada dez indivíduos no mundo é um cristão perseguido? Que em 1900 havia 525 milhões de cristãos?
Que este número aumentou no ano 2000 para 2 bilhões?
Que um pouco mais de 24% de todos os cristãos atualmente são pentecostais ou neopentecostais?
Que os pentecostais e neopentecostais cresceram mais de 100 vezes, dos 3,7 milhões em 1900 para mais de 500 milhões em 2000?
Que a maior igreja evangélica do mundo está na Coréia do Sul com, aproximadamente, 90 milhões de membros?
Que a religião cristã que mais perde adeptos é o catolicismo?

quarta-feira, 6 de maio de 2009

A BIBLIA PARA TODOS OS POVOS ATÉ 2025


Projeto que visa trabalhos de tradução da Bíblia para todas as línguas até o ano 2025!


6082 DIAS- ...até 2025

Fatos: Línguas faladas no mundo: 6.912


Línguas que precisam da tradução da Bíblia: 2.251


Populações de grupos de pessoas que estão esperando o trabalho começar: 193 milhões


Línguas com toda a Bíblia ou uma porção dela: 2.426


Programas em progresso (que ainda precisam de vários níveis de ajuda) em línguas sem Escrituras adequadas: 1.953

terça-feira, 5 de maio de 2009

PANORAMA MUNDIAL


VOCÊ SABIA?


Que a população mundial é de 6 bilhões de habitantes?

Que existem 10.000 seitas no mundo?

Que existem mais de 2.000 religiões?

Que existem 6.000 mil seitas na África e 1.200 nos Estados Unidos?

Que a maior religião do mundo é o cristianismo, com mais de 2,1 bilhões de adeptos?

Mas que, mesmo assim, a religião que mais cresce no mundo não é o cristianismo, mas o islamismo?

Que existe cerca de 1 bilhão de islâmicos em todo o mundo?

Que mais de 80% dos muçulmanos nunca ouviram o evangelho?

Que destes 6 bilhões de habitantes do planeta, um terço não é cristão?

Que no mundo, hoje, há aproximadamente 15 milhões de Testemunhas de Jeová?

Que há aproximadamente 10 milhões de mórmons espalhados pelo mundo?

Que há 200 milhões de espíritas? Que de cada 100 pessoas 19 são muçulmanas, 18 não têm religião ou são atéias, 17 são católicas, 17 são cristãs não-católicas (ortodoxos, anglicanos, protestantes), 14 são hinduístas e 6 são budistas?

Que um em cada três cristãos sofre perseguição, um em cada dez indivíduos no mundo é um cristão perseguido?
Que em 1900 havia 525 milhões de cristãos?

Que este número aumentou no ano 2000 para 2 bilhões?

Que um pouco mais de 24% de todos os cristãos atualmente são pentecostais ou neopentecostais?

Que os pentecostais e neopentecostais cresceram mais de 100 vezes, dos 3,7 milhões em 1900 para mais de 500 milhões em 2000?

Que a maior igreja evangélica do mundo está na Coréia do Sul com, aproximadamente, 90 milhões de membros?

Que a religião cristã que mais perde adeptos é o catolicismo?

VOCÊ SABIA?

MUNDO MISSIONÁRIO

· Dos 24.000 povos no mundo, 8.000 ainda não foram alcançados com o Evangelho

· Dos 251 povos indígenas brasileiros, 103 ainda não têm missionários.

· Das 7.158 línguas do mundo, a Bíblia ainda não foi traduzida para 4.215 delas.

· Ainda existem países que não possuem nenhum crente nacional conhecido. Entre eles estão Arábia Saudita, Saara Ocidental, Ilhas Maldivas e Catar.

· Das 600.000 cidades e vilas na Índia, em 500.000 ainda não tem obreiros cristãos.

· Na China ainda existem 500.000.000 de pessoas que nunca ouviram falar de Jesus.

Acredita-se que morrem 85.000 diariamente no mundo sem nunca terem ouvido falar da salvação em Jesus.

· Dentre as 180.000 igrejas existentes no Brasil menos de 300 delas possuem um missionário trabalhando com esses povos não-alcançados (incluindo nossas tribos indígenas).

· Menos de 1 por cento dos recursos da Igreja brasileira são investidos na obra transcultural

· A média de investimento do crente brasileiro em missões é de apenas R$ 1,30 por ano.

· Um quadro semelhante ocorre em toda a igreja latino-americana.

Estas informações são conhecidas da maioria dos líderes denominacionais brasileiros, mas é algo pouco divulgado entre os crentes.

AVALIANDO O AVANÇO MISSIONÁRIO MUNDIAL

Por Ronaldo Lidório

Movimentos mundiais como o AD 2000 propuseram “uma igreja para cada povo e o evangelho para cada pessoa até o ano 2000”. Foram listados inicialmente mais de 10 mil grupos sem uma igreja com pelo menos 100 membros. Logo depois, missiólogos como Patrick Johnstone conseguiram fragmentar o estudo, identificando menos de 4 mil etnias totalmente não alcançadas, enquanto que a World Mission International, em uma avaliação mais recente, estimou que apenas 2.134 grupos étnicos não tenham hoje uma igreja entre eles.

Sem dúvida é inquestionável o avanço da igreja cristã, que, entre 1999 e 2000, obteve um índice de 6,1 por cento em termos de crescimento global — o maior crescimento entre as principais religiões mundiais, incluindo o Islã.

É preciso, entretanto, compreender que enquanto antigas barreiras vão sendo derrubadas, outras novas vão se formando. Não vivemos em um mundo estático. Precisamos de uma missiologia mais ágil do que precisávamos dez anos atrás.

1. A redoma de resistência e entre os não alcançados

Os povos que foram alcançados dentre os 13 mil inicialmente propostos por Winter e McGavran seguiram a regra da menor resistência; e esta é uma regra normal. Ou seja, em regiões onde havia três grupos não alcançados, havia penetração missionária nos dois que demonstravam menor resistência, seja geográfica, política, religiosa, lingüística, cultural ou espiritual. O mais resistente ficava para um segundo momento. Em linguagem simples, “coamos” esses 13 mil povos não alcançados. Portanto, o que temos em nossas mãos neste início de milênio não são simplesmente outros 2 mil PNAs (povos não alcançados), mas sim os 2 mil PNAs mais resistentes em toda a história do cristianismo. Conseqüentemente, precisaremos agora de maior preparo missiológico, cultural e lingüístico que os missionários de cinqüenta anos atrás. Também precisaremos de nova motivação e pioneirismo, e sobretudo da graça de Deus.

2. O desdobramento étnico entre os isolados

O desdobramento étnico é uma expectativa comum em boa parte da antropologia mundial, mesmo entre os não cristãos. Ele parte do pressuposto de que a maioria desses 2 mil grupos étnicos não alcançados nunca foram mapeados antropologicamente. Existe grande possibilidade de que cada nome nesta lista corresponda a bem mais do que apenas uma etnia. Assim aconteceu com os Frafras no Noroeste Africano. Descobriu-se que não formavam apenas um povo mas, sim, dois grupos distintos lingüística e culturalmente. O segundo se intitulava Kassena.

3. A incapacidade de evangelização local por igrejas locais

Outra nova fronteira com a qual deveremos lidar nas próximas duas décadas é a da incapacidade de evangelização local por igrejas locais. Nem todos os países do mundo experimentam um bom crescimento da igreja evangélica, como o Brasil, a Coréia e a Nova Zelândia. Segundo David Barrett, há mais de 4 mil grupos étnicos no mundo entre os quais a igreja local não se mostra forte o suficiente para alcançar seu próprio povo.

4. A vasta diversidade lingüística entre grupos minoritários

Entre as 6.528 línguas vivas no mundo, possuímos a Bíblia completa em 366, o Novo Testamento completo em 928 e grandes porções da Bíblia em outras 918 línguas. Entretanto, de acordo com a Wycliffe Bible Translators mais de 4 mil línguas não possuem sequer uma porção da Palavra, sendo que 70% delas podem ser definidas como minoritárias. De acordo com o Ethnologue, 4 mil das 6.528 línguas existentes são faladas por apenas 6% da população mundial.

DESAFIO
Muitas foram novas idéias, novas propostas ou novas estratégias. David Hesselgrave nos alerta: “nem todo novo pensamento é dirigido pelo Espírito. Nem tudo o que é novo é necessariamente bom. A Bíblia é antiga, o Evangelho é antigo e a Grande Comissão é antiga”. Ele defende que, neste imenso mar de necessidades no mundo não alcançado, precisamos entender que “o evangelho dá a direção... pois a Palavra precede a nossa visão”.

O desafio que temos pela frente estatisticamente pode ser descrito como 2 mil PNAs que poderão ser fragmentados em um número até três vezes maior, mais de 4 mil línguas e dialetos sem porções da Palavra, cerca de 150 grupos nômades sem presença missionária, 118 tribos não alcançadas em nosso próprio país e 72% de todos os grupos intocados pelo evangelho vivendo em países com fortes limitações políticas e religiosas. É, portanto, parte da nossa missão conhecer tais barreiras, estudá-las e transpô-las, discernindo os tempos e as épocas para a glória de Deus.
Fonte: Editora Ultimato www.ultimato.com.br

segunda-feira, 4 de maio de 2009

ABANDONO NO CAMPO MISSIONÁRIO




Publicado pelo Fórum: “Cuidado Integral do Missionário”. Em 26 de Abril de 2001 da autoria da Missionária Marta Carriker.


O que está acontecendo?


1. O trabalho não tem ido para frente. Não vejo resultados. Com certeza, meus intercessores se esqueceram de mim. Eu me sinto sozinho nessa luta!
2. A igreja parou de mandar dinheiro. Estou passando necessidade. Eu, que deveria ajudar as pessoas, estou tendo que pedir ajuda!
3. Já não recebo mais notícia de ninguém. Até minha família, que antes escrevia bastante, agora só o faz esporadicamente. Isso me deixa triste.
4. Estou passando por problemas pessoais. A missão parece nem se interessar. Parece que me abandonaram na hora mais difícil!


O que posso fazer?


1. Escreva uma cartinha para seus mantenedores. Capriche! Mande uma foto e faça uma lista de itens, para agradecer a Deus e para pedir. Seja específico. Ore por seus intercessores! Se eles estão perdendo a visão, precisam de sua oração. Como já disseram, “a igreja que não é missionária logo se transforma em campo missionário”.


2. Em primeiro lugar, alegre-se. Você está passando por uma provação. Leia Tiago 1:2-4. É difícil mesmo passar por necessidades, mas há um lado positivo, situações que não existiriam de novas amizades e crescimento na dependência do Senhor. Escreva para seus mantenedores e peça que orem por essa situação. Lembre-se de que Deus é fiel. Ele vai suprir suas necessidades. Fique atento para o direcionamento de Deus.


3. Se você não tem notícias, dê notícias! Não desanime. É difícil dizer muita coisa a pessoas que não participam de nossos problemas cotidianos. Renove suas amizades, dizendo aos mantenedores o quanto eles são importantes e ajude-os a acompanhar os fatos no campo, para que se sintam parte da missão de Deus, através de sua vida.


4. Dependendo de seus problemas, você pode ter ajuda só do Pai, dos seus novos amigos no campo ou pode precisar dar um pulo no país de origem. Se a missão não pode ajudá-lo, peça a Deus que indique quem poderia e tenha fé. Lembre-se de Hebreus 13:5, onde Deus diz “De maneira alguma te deixarei nunca te abandonarei”.


SOCORRO! NÃO PODEMOS MAIS SUSTENTAR NOSSO MISSIONÁRIO


O que está acontecendo?


1. A igreja resolveu construir e precisamos do dinheiro aqui.


2.O valor do dólar subiu e não podemos dar mais.


3.O missionário está vivendo muito acima do nível do povo com quem trabalha e ainda reclama. Resolvemos cortar parte da contribuição.


4.Não temos notícia do que o missionário faz com o nosso dinheiro.


O que podemos fazer?


1. Bem, a construção é importante, mas o compromisso com o missionário veio antes. É importante manter a palavra. Se não quiserem mais dar a mesma quantia, pelo menos se responsabilizem por encontrar outra igreja que possa completar o que o missionário precisa.


2. O missionário também não tem culpa pela mudança do dólar. Não deixem de contribuir só porque o valor está diferente. Se a igreja não puder dar mais, orem para que Deus supra as necessidades do missionário e procurem outras maneiras de incentivá-lo no campo.


3. Se o missionário está errando, é preciso orar por ele e encontrar uma forma de sensibilizá-lo para o problema. Mas, cortar a contribuição não é esta forma. Procurem se imaginar em sua situação. O que fariam diferente? Escrevam para ele, delicadamente com algumas dessas sugestões.
4. Em primeiro lugar, o dinheiro dado ao missionário é ofertado a Deus. Isso já deveria ser motivo suficiente para não controlar cada centavo. Afinal, foi ou não foi entregue? Em segundo lugar, se o missionário não dá notícias, escrevam, perguntem, mandem uma pessoa até lá.

Quem sabe se Deus não está querendo usar os membros de sua igreja para pastorear esse obreiro…


· Onde se lê missionário, entenda-se missionário ou missionária. ** Qualquer semelhança com o caso da sua igreja é mera coincidência!

(...) Conheço famílias que voltaram de outros campos porque o sustento simplesmente acabou.


Há igrejas muito fiéis, graças a Deus, mas muitas têm um entusiasmo passageiro e não pensam duas vezes em simplesmente cortar o sustento do seu missionário (apareceu um projeto de construção, por exemplo). Que Deus ajude nossa igreja brasileira a amadurecer e a aprender a ser fiel.


Essa atitude irresponsável com certeza não agrada a Deus. É fácil cantar que "a honra, o poder, o domínio, as riquezas... ao Rei Jesus". Mas entre cantar e viver...

sexta-feira, 1 de maio de 2009

POVOS NÃO ALCANÇADOS PELO EVANGELHO


Ore hoje pelo povo não alcançado: Akha, Nuqui do Laos


População: 8.200;

Língua: Akha;

Religião: Religiões Étnicas;

Evangélicos: 0,00%

Fonte: Joshua Project


Motivos para orar:

Ore para que o Evangelho entre no contexto cultural de forma relevante e mude a forma de vida dos Akha Nuqui.Peça a Deus para colocar o nome de Jesus sobre os lábios da Akha no Laos.


Ore para que Jesus Cristo seja levantado como um banner acima da cultura e religião Akha, que Ele possa chamar todos os homens para Si mesmo.


Ore para que o Senhor levante igrejas aqui no Brasil para enviar missionários para o país Laos, onde está, dentre muitos, o povo Akha.


Ore intensamente, pois este é um dos vários povos que não há percentual de evangélicos!!!Sua igreja alcançando o povo Akha Nuqui!


Coloque sua vida à disposição de Deus para ir anunciar o Evangelho a este povo.

INTRODUÇÃO AO HINDUÍSMO

Hinduismo
Conjunto de princípios, doutrinas e práticas religiosas dominante na Índia, conhecido dos seguidores pelo nome sânscrito Sanatana Dharma, que significa a ordem permanente. Está fundamentado nos Vedas (conhecimento, em sânscrito), conjunto de textos sagrados compostos de hinos de louvor e ritos. Suas características principais são o politeísmo e a crença na reencarnação. O hinduísmo é a terceira religião do mundo em número de praticantes e seus preceitos influenciam fortemente a organização da sociedade indiana.

História e doutrina
A tradição védica nasce com os arianos, povos das estepes da Ásia central, que a levam para a região da Índia em 1500 a.C., ao invadir e conquistar os vales dos rios Indo e Ganges. Baseia-se em uma memória coletiva sobre deuses tribais e cósmicos transmitida oralmente e, posteriormente, registrada em livros sagrados, os Vedas. Esses livros são agrupados em quatro volumes durante o século X a.C e contêm as verdades eternas reveladas pelos deuses: a ordem (dharma universal) que rege as coisas e os seres, organizando-os em categorias, as castas ou varnas.
Segundo os Vedas, o ser humano está preso a um ciclo eterno de morte e renascimento, chamado samsara, pelo qual está fadado a reencarnar e a sofrer em infinitas vidas. As reencarnações, como ser humano ou animal, são regidas pelo carma, preceito segundo o qual a forma como renascemos em nossa vida atual foi definida na vida anterior, pelo estágio espiritual que alcançamos e os atos que nela praticamos. O hindu busca fundir-se a Brahman, a verdade suprema, espírito que rege o Universo. Isso só é possível libertando-se do samsara pela purificação de seus infinitos carmas, atingindo o estágio conhecido como nirvana, a sabedoria resultante do conhecimento de si mesmo e do universo. O caminho para o nirvana passa pelas práticas religiosas, pelas orações e pela ioga, mas muitos hindus adotam também dietas vegetarianas e o ascetismo (renúncia aos bens e prazeres materiais) para atingi-lo.
Do século IX ao XIV floresce o tantrismo, corrente que prega o aperfeiçoamento espiritual pelo domínio da mente e do corpo, incluindo hábitos e práticas sexuais. Em reação à expansão do islamismo na Índia, a partir do século VII, e ao domínio britânico, iniciado no século XVIII, surgem várias correntes no hinduísmo.

Textos sagrados
O hinduísmo possui extensa literatura com preceitos relativos à vida cotidiana e à organização social. Os mais antigos, os Vedas ou Conhecimento, reúnem ensinamentos anteriores ao século X a.C. Além desses, são importantes os Puranas (narrativas sobre a tríade divina Brahma, Shiva e Vishnu, as festas e condutas do hindu), o Mahabharata (O Grande Combate dos Bharata), poema que trata da luta do bem e do mal, dos cultos a Shiva e Vishnu e as lutas entre as tribos hindus; os Upanishads (aulas dos mestres), o Ramayana (poema sobre o amor de Rama por Sita) e o Código de Manu (normas, regras e práticas sociais hindus).

Preceitos na vida social
O hinduísmo distingue quatro metas na vida humana: kama (prazer físico), artha (prosperidade), dharma (condutas e deveres morais definidos pela casta do indivíduo e pelo dharma universal) e moksha (iluminação). As quatro metas têm relação com quatro etapas da vida ou ashramas, do nascimento à morte: na infância, estudar os Vedas e preparar-se para a vida; depois, casar-se e constituir família; aposentar-se do trabalho e desligar-se das posses materiais; e, na velhice, concentrar-se na busca religiosa.
Essas metas e etapas têm, por sua vez, matizes definidos para os indivíduos segundo as quatro castas (varnas) às quais podem pertencer. A dos brâmanes, os sacerdotes, é a mais elevada. Seguem-na a dos guerreiros; a dos lavradores, comerciantes e artesãos; e, finalmente, a dos sudras, servos e escravos. Um quinto grupo, o dos párias, não é considerado casta por terem seus membros desobedecido, no passado, às leis religiosas. Tradicionalmente, os párias não podiam viver nas cidades, ler os livros sagrados ou se banhar no rio Ganges.

Divindades
Há centenas de deuses e deusas hindus. Todos são parte de Brahman, a essência universal. Três deles se destacam e compõem uma tríade divina, a Trimurti:
Brahma, o princípio criador
Shiva, o princípio destruidor e libertador
Vishnu, o princípio protetor e preservador
Sempre que o mundo está sob ameaça do mal, Vishnu aparece para protegê-lo através de uma de suas dez reencarnações ou avatares. São eles, pela ordem, Matsya (o peixe), Kurma (tartaruga), Varaha (javali), Narasimha (homem-leão), Vamana (anão) Parashurama (homem com machado), Rama (príncipe herói), Krishna (herói que matou o demônio Kamsa) e Buda. O décimo avatar, Kalki, ainda não surgiu na Terra e virá para extirpar todo o mal e iniciar uma era do bem.

Shiva é uma das mais cultuadas divindades da religião hinduísta. Com características conflitantes, é chamado de destruidor mas, ao mesmo tempo, é o que reconstrói. Seu temperamento ameaçador contrasta com a benevolência e a piedade que tem com seus adoradores.
Muito popular, especialmente no ocidente da Índia, Ganesha é uma das divindades mais amadas pelos hindus. Símbolo de riqueza e sorte nas questões cotidianas, é chamado de deus dos bons começos.

Rituais e comemorações
O hindu costuma manter em casa um altar de devoção a seu deus, no qual queima incenso, coloca flores, velas e oferendas. Também freqüenta os templos que estão entre os de arquitetura mais exuberante do mundo. Cada altar possui sempre a estátua de seu deus, e nos templos as imagens são diariamente despertadas pela manhã, lavadas, vestidas e enfeitadas com flores pelos sacerdotes. Diante do altar, os hindus recitam mantras, fórmulas sagradas escritas nos Vedas que podem aproximá-los dos deus. Peregrinar para visitar os templos e lugares sagrados são práticas habituais. Algumas das celebrações hindus são o Festival das Luzes, comemorado em todo o país no outono com o acender de velas, o Festival das Nove Noites para a deusa Durga, em setembro ou outubro, o Festival da deusa Shiva, em março, e o Festival de Krishna, em agosto.
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