NÃO DESANIME - DEUS VAI HONRAR O SEU CHAMADO
O PREPARO SOCIAL DO
MISSIONÁRIO PARA A
REALIDADE DO CAMPO
Missionária Antonia Leonora van der Mier
PARTE FINAL
(...) Problemas que
surgeem em relação Aos Nacionais do país onde servimos.
Ninguém escolheu
sua nacionalidade ou raça, por isso ter orgulho ou preconceito contra
outros pela maneira como Deus lhes fez pode ser chamado de pecado. Mas, e se
nós crescermos com preconceitos? Eles
não desaparecem automaticamente, são parte de nossa cosmovisão. É necessário
sinceridade para conscientizar-nos, arrependimento sincero e mudança de rumo. Porque enquanto nós temos a humildade para
reconhecê-los, eles ficarão patentes e bem visíveis aos olhos dos nacionais e falarão mais alto
que nossa mensagem verbal de amor...
Só vamos desenvolver
verdadeiras amizades om pessoas de outra cultura quando aprendemos a confiar
uns nos outros. O respeito mútuo vai crescer enquanto crescermos em amor e apreciação
mútua. Isso leva tempo. É essencial ser flexível e adaptável. Se não formos observadores
e sensíveis, vamos semear sementes de desconfiança, conflito e hostilidade que
levam muito tempo para serem superados.
1. COLEGAS
DE MINISTÉRIO
Muitas
vezes os colegas nacionais ficam extremamente sentidos com o que percebem como
atitudes paternalistas (que também são fruto de um preconceito de
superioridade). Como aprender com eles, perguntar, ouvir? Como superar as tensões
que surgem porque se sentem ameaçados com a nossa presença, influência ou
maneira de agir?
É
muito importante para o missionário
estrangeiro ter uma humildade genuína, reconhecer que os nacionais
conhecem muito melhor os problemas e as
necessidades do seu próprio país, têm mas capacidade de avaliar candidatos ao
ministério de reconhecer se uma pessoa que nos procura é sincera ou
interesseira. Eles sabem que tipo de relacionamentos, atividades e atitudes são
aceitáveis em seu contexto ou não.
Quando nos mostrarmos abertos para ouvir e aprender, eles nos ajudarão. Se
mostrarmos arrogância ou auto-suficiência, eles vão ressentir isso e criar
barreiras e não abrir o coração o nosso Mesmo se tivermos uma formação superior
um ritmo mais intenso e rápido de trabalho, devemos ser parceiros, trabalhado
lado a lado, só e rápido no trabalho,
devemos ser parceiros, trabalhando lado a lado.
Assim podemos aprender com eles, os ensinar, sem superioridade.
IGREJAS
NACIONAIS
Há
necessidade de respeitar a maneira dos crentes nacionais de cultuar. De louvar,
de celebrar a Santa Ceia, de ensinar. Chegar achando que nossa maneira de fazer
é melhor, mais espiritual, é arrogância cultural, paternalista, preconceituosa.
O
que eles querem que nós façamos ou não?(Cuidado com a diferença entre as boas
vindas iniciais que recebemos como hóspedes, e uma aceitação ou integração
verdadeira...) Como e quando introduzir
novas idéias? Como nos adaptar a sistemas diferentes?
A
importância de sermos acessíveis como Jesus, de comer a comida do povo, de lhes
acolher é grande. Devemos procurar pessoas que podemos discipular,
convidando-as para participar em nosso ministério (exemplo na evangelização, em
visitas hospitais, ou a pessoas necessitadas).
A
importância de colocar limites (Jesus retirava-se com seus discípulos, evitava as aldeias, e não fazia nada enquanto
não chegasse a sua hora KAIRÓS).
Como
diminuir um fluxo de visitas constantes, sem perder a amizade? Como encontrar e
respeitar nosso próprio ritmo e continuar sensíveis às necessidades dos outros.

Comentários
Postar um comentário
Deixe seu comentário, ele é muito importante para melhorarmos o nosso trabalho.
Obrigado pela visita, compartilhe e
Volte Sempre.